A Gestão do Conhecimento não tem nada de abstrato

Há quem pense que a Gestão do Conhecimento é um tema muito abstrato, sem o devido fundamento na realidade das empresas e que as pessoas que vem se dedicando ao seu estudo são sonhadores utópicos pouco afeitos ao enfrentamento dos reais problemas organizacionais. Há quem pense que o discurso que defende o compartilhamento de conhecimento e a colaboração como base para a construção de um novo <em>modus operandi</em> na complexa aldeia global não passa de “papo furado”. Há também aqueles que não entendem como alguém pode defender que um dos papéis dos gerentes é fomentar as conversas entre as pessoas como forma de aumentar a capacidade produtiva da organização. Há ainda os que vêem o <em>empowerment</em> e a abertura para a livre expressão de críticas e questionamentos por parte dos colaboradores, independentemente de posição hierárquica, como uma terrível ameaça ao poder que não foi conquistado, mas sim recebido de brinde junto com um cargo no topo na “cadeia alimentar” organizacional.

Enfim, há uma enorme diversidade de pontos de vista e muitas abordagens para todo e qualquer tema que venha a ser discutido, seja na baila da Administração ou em qualquer outra área do conhecimento, e é fantástico que assim seja. Da multiplicidade de opiniões, desde que respeitosamente expostas por meio do diálogo, é que podem surgir novas e mais efetivas interpretações da realidade e, por conseguinte, o aprimoramento de nossa capacidade de ação. E é exatamente esse o objetivo precípuo da Gestão do Conhecimento: a evolução de nossa capacidade de ação, a fim de nos dar condições de vivermos uma nova era, a era do conhecimento, repleta de complexos desafios e de perguntas para as quais não temos respostas prontas. Como bem colocou Albert Einstein, “os problemas significativos que enfrentamos não podem ser resolvidos pelo mesmo nível de pensamento que os criou”, ou seja, a crescente complexidade das situações que enfrentamos atualmente, quer seja no nível individual, quer seja no âmbito das diversas organizações de que fazemos parte, somente poderá ser efetivamente abarcada se conseguirmos desenvolver um novo portfólio de ações construído sobre novas e mais efetivas formas de interpretar o mundo.

É justamente aí que entram a Gestão do Conhecimento, as conversas e relacionamentos organizacionais e os novos paradigmas de gestão de pessoas, com seus conceitos, práticas e atitudes ainda em maturação, mas que já podem, e devem, ser discutidos e utilizados pelas organizações que desejam manter-se vivas no inóspito ambiente competitivo dos dias atuais. Para sobreviver e continuar a realizar sua missão, as organizações precisam aprender a aprender constantemente. Como afirma Arie de Geus, ex-Vice Presidente de Planejamento da Royal Dutch/Shell, “a capacidade de aprender mais rápido do que seus concorrentes pode ser a única vantagem competitiva sustentável”. É fundamental revisitar e reavaliar as premissas tradicionais de gestão alicerçadas no hoje inefetivo paradigma do “comando e controle” e buscar alternativas que se mostrem mais adequadas ao enfrentamento dos desafios dos quais não podemos fugir. Hoje, infinitamente mais importante do que controlar as pessoas, é propiciar a elas as condições necessárias para que desenvolvam todo o seu potencial e se sintam compelidas a empregar esse potencial em prol da organização.

Contudo, não é nada fácil para os gerentes abandonar o histórico papel de meros feitores e passar a atuar realmente como facilitadores, líderes e <em>coachs</em>, comprometidos em fazer florescer em cada colaborador o que ele tem de melhor e aptos a transformar um simples aglomerado de funcionários em uma verdadeira comunidade de trabalho que compartilha uma visão de futuro e que é capaz de aprender individual e coletivamente. Para isso, entre outros fatores, é necessário acreditar e investir em elementos que não são tangíveis: colaboração, comprometimento, conhecimento, aprendizagem, solicitude, respeito mútuo, sustentabilidade, etc. Tudo isso pode parecer muito etéreo para quem está acostumado apenas a planejar, organizar, executar e controlar, mas tenho convicção de que são essas as sólidas fundações sobre as quais se erguerão as empresas do século XXI.

Vivemos um tempo de transição, uma época de profundas mudanças que demanda uma completa revisão de nossos modelos mentais. Em momentos como esse, é natural que haja os que vêem na mudança uma ameaça ao seu <em>status quo</em> e a tudo o que já foi adquirido, mas há também os que enxergam a mudança como uma oportunidade de construção de uma nova realidade, mais adequada, mais justa e mais humana, uma oportunidade de contribuir para uma real melhoria de nossas empresas e de nossa sociedade. A estes últimos devemos nossa gratidão, pois se não fosse por eles, talvez ainda estivéssemos administrando nossas organizações preocupados apenas com tempos e movimentos e produzindo carros de qualquer cor, desde que fossem pretos.

49 comments

  1. Ronaldo 1 Fevereiro, 2010 at 17:04 Responder

    Muito bom o texto, parábéns! Acredito que o assunto ainda não seja tratado com a devida intensidade na maioria das organizações porque as grandes consultorias ainda não acharam a fórmula para consolidá-lo em uma complexa “receita de bolo”, divulgar e vender por aí, como ocorre com outras frentes.

    • Marcelo Mello 2 Fevereiro, 2010 at 22:35 Responder

      Caro Ronaldo,

      concordo que este ainda seja um tema pouco explorado pelas consultorias, pelo menos aqui no Brasil. Mas com a complexidade que nos cerca nos dias de hoje, não creio em “receitas de bolo”, nem para GC e nem para outros temas bem mais presentes em nossas organizações.

  2. Fernando 4 Fevereiro, 2010 at 10:23 Responder

    Marcelo,

    Abstrato, segundo o Aurélio, significa expressar qualidade ou característica separada do objeto a que pertence ou está ligada. À luz desta definição, os gestores “conservadores” tem razão em dizer que a GC é abstrata pois, segundo seu nível (deles) de raciocínio, não existe relação nenhuma entre colaboração, solicitude, respeito mútuo etc. e a tão perseguida alta produtividade. Então, acho que não deve-se trabalhar tanto a questão da abstração de GC e sim procurar elevar o nível de raciocínio de tais gestores. Aí ficou difícil!!!

  3. Neli Maria Mengalli 8 Fevereiro, 2010 at 02:04 Responder

    Marcelo e [todos],

    Que boa essa possibilidade de ler este bom texto e os comentários!

    Para iniciar, registro que o desenho das estruturas na gestão do conhecimento precisa ser revisto. Questiono a evolução como sendo a ação de viver e vivenciar a era do conhecimento, entendo que precisamos refletir e modificar as estruturas.

    As conversas são importantes, contudo menos significativas que trazer para trabalhar conosco os stakeholders em regime de re-organização da ordem anterior.

    Também não basta deixar desenvolver o potencial (necessário para este século!) se não houver modo para fazer a gestão, pois não haverá reconhecimento para o humano, tal qual o que algumas corporações e instituições fazem.

    A dificuldade reside em não conseguir fazer diferente dos que nos precederam, posto que os modelos estão arraigados nas mãos e nas palavras que nos formaram e deformaram.

    Estamos em trânsito, como menciona, todavia iniciamos com o abstrato até concretizar e registrar formatos. Abstração não é uma palavra tão ruim, como registra o Fernando.

    • Marcelo Mello 8 Fevereiro, 2010 at 15:29 Responder

      Cara Neli, de fato é fascinante poder ter acesso a um espaço como este e conversar abertamente sobre temas tão fascinantes quanto a Gestão do Conhecimento.

      Concordo com você que uma completa revisão de nossas estruturas se faz necessária, mas considero isso como parte integrante do processo de “viver a era do conhecimento”. Também concordo que esse processo de re-organização se faz por meio da colaboração, ou seja, “trazer para trabalhar conosco os stakeholders”, mas penso que a ferramenta básica para realização desse trabalho são as conversas. Para fazer diferente e reorganizar nossas empresas, precisamos pensar diferente, reavaliando nossos modelos mentais.

      De fato, em sua essência, a palabra abstração não tem nada de negativo, contudo, é frequentemetne utilizada com uma conotação negativa por algumas pessoas que, como bem mencionou o amigo Fernando, têm dificuldade em rever seus próprios modelos mentais e mantêm-se agarrados a paradigmas ultrapassados e pouco efetivos.

      grande abraço e obrigado por expor suas opiniões e compartilhar suas ideias.

      abraço,

      Marcelo Mello

      • Neli Maria Mengalli 8 Fevereiro, 2010 at 16:53 Responder

        Marcelo e [todos],

        Tenho receio da palavra colaboração. Laboramos com quem? Para quem? Em tempos capitalistas, nem sempre temos o mesmo retorno, principalmente, financeiros por meio da (co)laboração. Acredito que essa laboração deva estar na invisibilidade do mercado. Grata pelo seu retorno!

  4. Wilson 18 Agosto, 2010 at 14:01 Responder

    Li seu artigo e é muito bom. Vocês da UCB estão realmente na frente. O Prof.Dr.Paulo Fresneda liderando esta turma de alto nível no OKA, ajuda muito . Pedira a você uma ajuda, como poderei baixar o software sysoka ? Farei mes que vem um curso na ENAP e gostaria de antes dar uma olha neste metodo.

    Abraços

    Wilson / CTEx / Rio de janeiro

  5. Cristian Leandro da Fonseca 27 Agosto, 2010 at 16:58 Responder

    Concordo que o KM seja pouco difundido pelas empresas hoje, na empresa onde trabalho creio que é usado a gestão do conhecimento 24 horas. Mas vejo que em outras, o km é visto como gasto, perda de tempo, por exemplo treinamentos, investimentos em bens intangíveis. Como acham que podemos ajudar as organizações a aderirem à esta questão???

    • Gilberto Castro 10 Setembro, 2009 at 00:44 Responder

      Caro Cristian, concordo com seu ponto analisando, hoje as empresas não estão focadas em KM, e sim em reter seu conhecimento, mesmo sabendo que a explanação é melhor do que ter o puro conhecimento tácito.

    • Gilberto Castro 10 Setembro, 2010 at 00:44 Responder

      Caro Cristian, concordo com seu ponto analisando, hoje as empresas não estão focadas em KM, e sim em reter seu conhecimento, mesmo sabendo que a explanação é melhor do que ter o puro conhecimento tácito.

      • Cristian Fonseca 17 Setembro, 2010 at 00:47 Responder

        Em relação ao conhecimento tácito, Gilberto, é realmente complicado uma transmissão de conhecimento, pois a facilidade com que as pessoas tem hoje de fazer essa transmissão está cada vez menos.Penso que a solução são cursos de relacionamento ou algo do gênero.O que vc acha???

        • Gilberto Castro 17 Setembro, 2010 at 20:51 Responder

          Bom Cristian, acredito que cursos de relacionamento interpessoal não seja a melhor saída, o que deveria acontecer era as pessoas saberem qual o valor do seu conhecimento para os outros e para as empresas, esse capital intelectual hoje e de grande valor para a maioria das empresas. Como fazer as pessoas saberem o valor do seu conhecimento?

          • Cristian Fonseca 20 Setembro, 2010 at 02:55

            Caro Gilberto, muito bem lembrado à respeito do capital intelectual de cada um. Creio que cada vez mais as empresas diversificar suas avaliações com o propósito de medir o capital de cada um. Penso que esta seria hoje, a melhor maneira de cada um saber o valor do seu conhecimento. Mas isso tudo seria mais fácil se existisse uma “receita de bolo” pronta para ser aplicada. Acha que teria alguma outra maneira de medir este valor?

  6. José Dinis 29 Agosto, 2010 at 16:50 Responder

    Caro Marcelo Mello,

    Gostei das suas reflexões e agradeço os links dos textos relacionados com a “Gestão de Projectos” (GP) e a “Gestão do Conhecimento” (GC)…

    Sobre a “Gestão do Conhecimento”, depois de algumas reflexões trocadas, há tempos, com a Ana Neves, fiquei ciente da sua demonstração e aderi á expressão “Gestão de Conhecimento” onde o “de” faz toda a diferença… pois que podemos “gerir conhecimento” e não “gerir o conhecimento”…

    Acerca do seu titulo…direi que a “Gestão de Conhecimento” tem tanto de abstracto como de concreto… A abstracção é sempre muito útil para nos alhearmos da nossa realidade que sentimos, observamos… enfim de tudo que nos condiciona objectivamente e podermos imaginar outras realidades… ou mesmo sonhar…, mas não deixar de ter em conta que tudo isso só valerá a pena se levar à concretização dessa imaginação ou sonho, através de processos concretos de inovação…

    Para terminar, deixo aqui um link (http://www.slideshare.net/jhdinis/mske-2009-km-pm-en-final) de uma apresentação minha, onde se relaciona a GP com a GC e os comentários são sempre bem-vindos…

    Abraço,

    José Dinis

  7. Gilberto Castro 10 Setembro, 2010 at 23:29 Responder

    O conhecimento Tácito é o mais dificil de ser gerenciado, uma vez que se encontra na mente das pessoas e é difícil de se transmitir. Existem no entanto algumas formas de se conseguir isto nas organizações? Como?

    • Carlos Andrade 16 Setembro, 2010 at 19:33 Responder

      Bom Gilberto concordo com você que o conhecimento Tácito é dificil de gerenciar, porem acredito que a cultura de metas e resultados podem mudar isso.

    • Cristian Leandro da Fonseca 20 Setembro, 2010 at 20:37 Responder

      Respondendo sua pergunta Carlos Andrade, o objetivo ou o enfoque do KM, creio que são.

      A gestão do conhecimento tem como objetivos:

      >Tornar acessíveis grandes quantidades de informação organizacional, compartilhando as melhores práticas e tecnologias;

      >Permitir a identificação e mapeamento dos ativos de conhecimento e informações ligados a qualquer organização.

      >Apoiar a geração de novos conhecimentos, propiciando o estabelecimento de vantagens competitivas.

      >Dar vida aos dados tornando-os utilizáveis e úteis transformando-os em informação essencial ao nosso desenvolvimento pessoal e comunitário.

      >Organizar e acrescentar lógica aos dados de forma a torná-los compreensíveis.

      >Aumentar a competitividade da organização através da valorização de seus bens intangíveis.

    • Gilberto Castro 20 Setembro, 2010 at 20:42 Responder

      Carlos andrade Complementando o a resposta do amigo Cristoan. O principal objetivo da GC é auxiliar as organizações a ter um olhar estruturado a um dos principais ativos das empresas, o capital intelectual.Boa parte das empresas estão acostumadas a gerenciar o fluxo de caixa, matéria prima, estoque e pessoas, mas de forma geral não estão preparadas para lidar com seus conhecimentos, neste ponto entra a GC.

    • Carlos Andrade 20 Setembro, 2010 at 20:51 Responder

      Quando se fala em gestão do conhecimento, pressupõe-se que exista um conceito bem definido do que venha a ser exatamente conhecimento, ou melhor qual a definição de conhecimento?

      • Gilberto Castro 20 Setembro, 2010 at 20:54 Responder

        Caro amigo Carlos Conhecimento pode ser definido como sendo de dois tipos, tácito (subjetivo) e explícito (objetivo), basicamente o conhecimento Tácito é quando guardamos somente para nos, e Explicito quando o trasnmitimos.

        • Cristian Leandro da Fonseca 20 Setembro, 2010 at 21:37 Responder

          Complementando o comentário do amigo Gilberto, o maior enfoque do KM é justamente fazer a gestão desses conhecimentos, tácito e explícito. Gerindo esses conhecimentos desenvolvemos o aprendizado, sabedoria, o objetivo da gestão do conhecimento.

  8. Cristian Fonseca 20 Setembro, 2010 at 03:02 Responder

    Para pensar.

    Embora contrarie alguns, o enfoque da gestão do conhecimento é muito menos tecnológica e muito mais pessoal, variando percentualmente pouco entre empresas diferentes. Certamente, em companhias de médio e grande porte, a tecnologia da informação assuma um papel fundamental.Contudo, o sucesso de um passo em direção a tecnologia da informação depende de outros três ou mais passos em direção às pessoas, independentemente do porte da empresa.

  9. Gilberto Castro 20 Setembro, 2010 at 20:32 Responder

    Amigo Cristian, creio que a forma de avaliação não seja muito certa pois as pessoas tende a se retrairem, ou achar que se o resultado da avaliação for ruim é porque ele própria é ruim, mas isso não funciona assim, acredito que em vez de avaliar o capital intelectual de alguem, seria mais viavel conversar com as pessoas sobre determinados assutos, tipo em pautas, com isso a medição do capital intelectual seria mais certa.

  10. Carlos Andrade 22 Setembro, 2010 at 20:00 Responder

    Cultura organizacional é um item chave para se poder gerir o conhecimento da organização. Alguns fatores e valores culturais devem existir, para se obter uma bem sucedida gestão do conhecimento. O que acham?

    • Gilberto Castro 22 Setembro, 2010 at 20:01 Responder

      Caro amigo Carlos, Compartilhar o conhecimento deve ser algo natural, porque a cultura é invisível mas muito poderosa e não adianta forçar as pessoas, elas devem ser conquistadas e convencidas a trocar idéias e experiências e não o oposto.

      • Carlos andrade 22 Setembro, 2010 at 20:12 Responder

        Gilberto, acredito que seja isso mesmo porem nem tudo é mil maravilhas, tem pessoas que são retraidas e raramente conversam com outras pessoas, sem falar nas pessoas com tempo de casa que se acham os melhores e so trocam idéias com pessoas conhecidas, o que vc acha?

        • Gilberto Castro 22 Setembro, 2010 at 20:22 Responder

          Caro amigo Carlos, concordo com vc, as pessoas com tempo de casa tende a se retrairem com pessoas novas, e fica ainda pior quando essa pessoa passa por uma mudança de chefia, pois tende a não querer conversar ou ensinar os serviços para a nova chefia.

    • Gilberto Castro 23 Setembro, 2010 at 19:41 Responder

      Caro amigo carlos, não é que as empresas não deêm valor o problema é saber o que é gestão do conhecimento, por exemplo transmitir conhecimento para outras pessoas é GC, mas será que as empresas sabem, ou melhor ainda será que os colaboradores sabem disso. o que acha?

    • Gilberto Castro 24 Setembro, 2010 at 20:37 Responder

      Caro amigo Carlos, a espiral funcciona da seguinte, basicamente de um lado ha o conhecimento tácito e do outro o conhecimento explícito, o objetivo é tornar o conhecimento tácito em explicito, começando pelo tácito-tácito, tácito-explicito, explícito-tácito.

    • Cristian Fonseca 24 Setembro, 2010 at 23:28 Responder

      A teoria da espiral foi criada pelos autores Nonaka e Takeuche em 1995, onde o reflexão do conhecimento é tornar o tácito em explícito.

  11. Milton 4 Janeiro, 2011 at 16:50 Responder

    Muito boa a iniciativa.

    Estou trabalhando em um projeto de IC, estou precisando

    do SysOKA, alguém poderia me enviar o software por e-mail ?

    Obrigado.

  12. Leniza 4 Abril, 2011 at 03:24 Responder

    Sou estudante do MBA em Gestão do Conhecimento da COPPE-UFRJ e tomei conhecimento do OKA, o qual gostaria de utilizar em meu trabalho de final de curso. Tentei buscar em diversos sites sem sucesso o software SYSOKA. Por favor, existe a possibilidade de me enviar o software SYSOKA ou indicar onde posso consegui-lo?

  13. Ferdinand 7 Maio, 2011 at 22:43 Responder

    Interessante como evoluiram os comentários deste post.

    Houve uma eficaz gestão de conhecimento.

    Do conhecimento mesmo não se tratou. Dizer que é tácito e explícito não fornece nenhuma pista. Menos ainda a espiral e as “ditas conversões”.

    Gerir o conhecimento é isso aí: Só liberar o que é de nosso interesse. Copiar tudo o que for de nosso interesse (com discrição é claro). Patentear tudo que possa interessar terceiros, e não deixar copiar absolutamente nada de nossos processos. Utilizar da mais astuta inteligência para descobrir o que a concorrência está tramando. Usar técnicas de camuflagem para desaparecer na paisagem (estudar os mecanismos de mimética). A natureza utiliza mecanismos de evolução e mais nada.

  14. Lucas 26 Maio, 2011 at 18:20 Responder

    Ola Marcelo,

    Poderia ter acesso também ao SysOKA? Sou mestrando do ITA e estou desenvolvendo um trabalho de KM na empresa onde atuo.

    Se pudesse me enviar algum material sobre a metodologia para me aprofundar seria de grande valia.

    Meu email é lucas_tpr@hotmail.com

    Agradecido!

    Lucas

  15. Tainah Veras 6 Abril, 2012 at 15:01 Responder

    Muito interessante o texto; a gestão do conhecimento envolve não apenas incentivar os colaboradores a proverem o que há de melhor, mas também saber categorizar as informações para que sejam utilizadas em favor do crescimento da empresa. Além disso, muitas vezes as empresas precisam de informações capazes de gerar inteligência competitiva e buscam ferramentas para isso. Nesse sentido, sugiro conhecer a K4B, uma iniciativa de oferecer conhecimento relevante para necessidades específicas.

  16. Nilzete Gomes 12 Setembro, 2016 at 20:09 Responder

    Boa tarde!

    Gostaria que alguém me enviasse o software SysOKA ou caminho para o acesso, pois já tentei localizá-lo de várias maneiras e não consigo encontrar. Estou escrevendo um projeto de mestrado e preciso pelo menos de algumas imagens dele. Agradeço.

    Att,

    Nilzete Gomes

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