Obrigada pelo comentário, Verónica. Já agora, e se me permite, o que procurava? Será que podemos ajudar? ... ler artigo →
E o que acontece quando não se presta atenção a estes pormenores? "Queda de NH17 mata mais de uma centena de investigadores que procuravam cura da SIDA" é o título de uma notícia relacionada com a queda de um avião de passageiros na Ucrânia, avião esse que na sua lista de passageiros incluía muitos participantes da conferência anual de luta contra a SIDA em Melbourne, na Austrália. Citando da mesma notícia: "A Associação Médica da Austrália diz que estas mortes são um 'retrocesso significativo' e terão 'um impacto devastador' na pesquisa e luta contra a SIDA. 'A quantidade de tempo que se leva a atingir um patamar em que se consiga ter as ideais e conhecimento que estas pessoas tinham sobre a SIDA não pode ser substituído em pouco tempo. Portanto, estamos mesmo a falar de um retrocesso significativo', disse Brian Owler, presidente da Associação Médica da Austrália à Time." ... ler artigo →
Quando partilhei este texto num grupo do LinkedIn, criou-se um debate interessante. Talvez não tenha começado da melhor forma, com alguns comentários menos simpáticos por parte de alguns intervenientes, mas depois compôs-se e houve contributos bem interessantes. Sugiro que veja aqui. ... ler artigo →
Obrigada, Francis Valdo. Já registámos o seu endereço de email para que seja informado quando houver novidades aqui no KMOL. Boa sorte para o seu curso. ... ler artigo →
Poderia ser interessante pensar se as ferramentas sociais poderiam ser usadas para implementar uma abordagem que permitisse uma avaliação de impactos mais transparente e relevante de acordo com os projetos... Quem sabe é uma ideia que possa vir a ser proposta na Plataforma Cidadania 2.0... ... ler artigo →
Nada como experimentar, Maria. Porque não tenta com uma das ferramentas que sugeri no texto (o Freemind que é gratuito e que instala no seu computador; ou o Mindmeister que pode usar online e que permite até 3 mapas na versão gratuita). Há também uma série de outras opções que encontra facilmente com uma pesquisa na web. Fiz uma pesquisa rápida, por exemplo, e encontrei um post da LifeHacker que escolhe as 5 melhores ferramentas para criação de mapas mentais. Tem o Mindjet, tem o Freemind, mas menciona também algumas outras. Força, Maria! Experimente! E partilhe depois connosco como correu. ... ler artigo →
Obrigada pelos pontos que levanta, Vitor. São um importante contributo que revela aspetos menos visíveis da vida organizacional ;) É por estas e por outras que gosto de provocar ;) Quanto ao propósito de debate: penso que a discussão está interligada, não? ... ler artigo →
Tenho, claro, consciência que é simplista. Foi um pouco assim para provocar reações (daí ter duplicado via Twitter e Facebook o convite a comentários). De qualquer forma, Vitor, porque é que a língua tem de continuar a ser uma barreira para que diferentes escritórios de uma mesma empresa possam usar uma ferramenta? Quanto conhecimento não se aproveita, quantas oportunidades não se perdem, pelo facto dessa divisão? Não será essa uma falha das ferramentas que não são capazes de dar resposta a uma situação cada vez mais frequente nos dias que correm? Múltiplas áreas de negócio? Com secretismo? E daí? Se a empresa é a mesma, não será possível ter conteúdo (neutro) comum a todos os colaboradores e outras áreas privadas apenas para os colaboradores dessas áreas? A grande maioria das ferramentas permite que isso aconteça. Não será esta mais uma desculpa das organizações para defender escolhas passadas?, dividir para conquistar?, justificar a sua incapacidade de pensar estrategicamente de forma global?, etc.. Sim, sim, continuo a provocar mas... estarei a "inventar" assim tanto? ... ler artigo →
Paulo, muito obrigada pelo seu comentário. Não sei quais as características "especiais" que vê numa associação ou cooperativa no que diz respeito à análise de redes sociais. Penso que as grandes diferenças, pelo menos no que diz respeito às perguntas, prende-se com o propósito do exercício. Quer concretizar um pouco mais as suas necessidades, Paulo? Talvez eu, ou outra pessoa, possamos contribuir com algumas ideias. ... ler artigo →
2 Set 2013
"saber copiar também é uma virtude". Sem dúvida, Victoriano. Especialmente quando usamos do nosso conhecimento, neste caso da organização, para adaptar se e na medida do necessário. Se o fizer, não deixe de partilhar connosco a sua experiência e o impacto que tenha na organização. Bom trabalho! ... ler artigo →
Obrigada, Victoriano. Fico a aguardar o seu feedback depois de ter tido oportunidade de o explorar mais a fundo. ... ler artigo →
Respostas, respostas, ninguém deve ter ainda, Cleon. É uma área ainda bastante verde, esta da utilização das ferramentas sociais dentro das organizações. Uma das mensagens que veio muito forte do Enterprise 2.0 Summit foi a de que é importante haver um mandato de topo para que se utilizem estas ferramentas e que, se a gestão intermédia não estiver interessada em adotar, há mesmo é que os mandar embora. Sim, a mensagem foi exatamente esta e veio de várias empresas. Apesar disso, a experiência de algumas diz que, quando há uma efetiva e alargada adoção das ferramentas, as chefias intermédias rapidamente percebem que estão a ficar de fora e resolvem entrar na jogada ;) ... ler artigo →
Muito obrigada pela sua partilha, Anabela. Ela vem-se juntar e, até está bastante alinhada, com uma interessante troca de opiniões que está a decorrer no Facebook, para já com a participação do Álvaro Gregório, do Rita Assumpção e do Cleon Espinoza. ... ler artigo →
Muito obrigada pela dica, Cleon. Eu aproveito para dizer que o Social Now está de regresso este ano, e é já dias 18 e 19 de Abril. Na edição deste ano desfilarão algumas das ferramentas de 2012 mas também várias outras. http://socialnow.org ... ler artigo →
Sem dúvida, Ferdinand. De qualquer forma, já a questão da língua me parece importante e estratégica para a profissão. Assim, é de louvar o que estão a fazer. Para além disso, gosto de pegar em coisas pequenas, que por vezes até parecem desligadas, e usá-las como ponto de partido para algumas reflexões sobre gestão de conhecimento e sobre a vida organizacional. ... ler artigo →
Alberto, antes de tudo parabéns pela sua persistência, pela sua paixão nestes temas e pela sua vontade de querer saber sempre mais. Parabéns pelo seu novo site que certamente merece a atenção daqueles que constantemente se preocupam com o que é, afinal, a gestão de conhecimento ou até, o próprio conhecimento. E quanto a esse agradecimento que me dirige no final, não tem que agradecer ou, usando uma expressão que aprendi recentemente no Brasil "que não seja por isso" :-) O KMOL foi criado para eu partilhar o que vou descobrindo e pensando mas também para partilhar as perspetivas de outras pessoas. Assim, tem sido um privilégio poder ser um canal de divulgação para o seu trabalho e sentir que sempre se lembra do KMOL para esse fim. Sinto muito orgulho por isso. ... ler artigo →
Existem sim, Teresa. Muitas. Aliás, quase se pode dizer que existem demais, e a escolha torna-se muito difícil. A Knowman, empresa da qual sou sócia e diretora, organizou recentemente um evento cujo objetivo era precisamente ajudar as organizações a perceber o que distingue as muitas ferramentas no mercado e a perceber que critérios usar para a sua seleção. Para mais informação sobre o evento e sobre as ferramentas que foram apresentadas, visite o site do Social Now. Para além disso, mesmo aqui no KMOL pode encontrar a minha opinião sobre algumas ferramentas de colaboração para as organizações: Podio, Dekks, Teepin e outras de baixo custo. ... ler artigo →
Thank you, Juan. And I do like the list of others books. Some are on my "to read" list :-) One of the things Surowiecki also mentions is that creativity is likely to continue being an individual process as the spark usually happens to one individual ;-) ... ler artigo →
24 Jul 2012
Não sei se percebo bem mas penso que está a querer dizer que há alguns empresários que ainda não percebem o valor que estas ferramentas podem ter nas organizações. Se for isso que está a sugerir, devo dizer que concordo plenamente. É incrível o número e a dimensão de algumas das empresas com que falo e que ainda não dispõem de ferramentas de colaboração. E muitas não as têm porque não sabem o que são ou porque não percebem bem que valor podem acrescentar. É importante passar a mensagem e ir partilhando experiências de empresas que já usam e que sentem os benefícios. Como é o caso da Câmara Municipal do Seixal que, mesmo ignorando todos os outros aspetos, vai conseguir grandes poupanças em papel porque desmaterializou o fluxo interno de aprovação. E como é que o fez? Com uma plataforma wiki que serve também de base para todo o trabalho colaborativo da organização. ... ler artigo →
Thank you for the information. You should be really proud of the work you have been doing! I hope it all goes well, with the award but, most importantly, with the impact of the Edge to the business! ... ler artigo →
21 Mai 2012
Muito obrigada, Alfredo. Ainda bem que gostou :-) ... ler artigo →
Thanks, Samuel. As you say, next year, we should talk face to face. But, who knows, maybe we can find / create opportunities to meet and chat face to face before that? ;-) ... ler artigo →
Já agora, e porque é sempre interessante olhar os dois lados de uma moeda, deixo aqui um link de um texto publicado hoje no The Australian e que, com base num estudo recente, sugere que as pessoas são mais criativas se não trabalharem em espaços open space, expostos a barulho e interrupções. Que implicações tem isto com a serendipidade? Aqui fica o link para o texto: Open-plan offices killing creativity ... ler artigo →
Fico contente por, pelo menos do seu lado, não ter sido vista como pecadora ;-) E fico encantada com as suas palavras que tanto eco têm em mim. Um abraço com carinho, respeito e admiração. ... ler artigo →
Obrigada, Ana. Já havia lido o teu post mas é bom recordar. Vamos ter oportunidade de testar as tuas ideias, enquanto participantes, no Enterprise 2.0 Summit em Paris e também na organização do Cidadania 2.0 :-) Há algumas empresas que fazem esse destaque de colegas ou, ainda mais interessante, de equipas. É o caso da Câmara Municipal do Seixal que, mensalmente, destaca uma equipa na página principal da sua intranet. Inclui uma foto de conjunto e uma explicação do que fazem. Isto é especialmente importante numa organização tão diversa como é o caso de uma autarquia onde há arquitetos, jardineiros, advogados, etc.. E é importante tanto por questões de serendipidade como também de solidificação de um sentimento de pertença que permita motivar os colaboradores e dar-lhes mais motivos de orgulho pela organização rica em que trabalham. São as pequenas coisas, não é? ... ler artigo →
Muito obrigada pelo seu pertinente comentário, Aniss. Os problemas que acrescenta são reveladores de um forte conhecimento de como trabalham, ou não trabalham, as organizações. E infelizmente são problemas com um âmbito e um impacto muito mais abrangente e que ultrapassa largamente a gestão de conhecimento e/ou as plataformas de colaboração. ... ler artigo →
Acho muito interessantes essas 3 existências que descreve: ser, saber e estar. Acho também muito interessante a forma como procura relacionar o “social” (em) que vivemos com as organizações. O que me é dado perceber nesta altura é que as pessoas se procuram envolver mais na sociedade. Parece-me que tal acontece por três razões principais: 1. a situação que atravessamos não é favorável, as pessoas estão desiludidas com o Sistema e com a Política, e perceberam que é melhor deitarem, elas próprias, mãos à obra; 2. as ferramentas e sites sociais (como o Facebook, por exemplo) facilitam a intervenção, a participação e o envolvimento (ver exemplos em Cidadania 2.0, evento que organizo); e 3. essas mesmas ferramentas e sites sociais dão visibilidade às acções das pessoas e à não-acção das pessoas, constituindo assim um motivador por reconhecimento ou penalização implícitos. Se os indivíduos estão mais preocupados e interventivos, cabe às organizações acompanhar este movimento. Não só enquanto entidades para não ficarem atrás, para se distinguirem da concorrência, etc., mas também enquanto empregadoras preocupadas em agradar os seus melhores colaboradores. Esta dinâmica gera diferentes “conhecimentos”, conhecimentos esses que podem ser aproveitados para gerar riqueza para a organização e para os seus colaboradores. Por outro lado, a identificação de áreas de interesse comuns entre colaboradores (o interesse em ajudar populações desfavorecidas, por exemplo) permite criar redes sociais internas à organização e com pessoas de outras organizações, tecendo malhas de partilha de conhecimento, fortalecendo a rede de contactos, etc.. Qual a sua opinião em relação a isto, Aniss? Qual a sua perspectiva? E a dos outros? ... ler artigo →
Aline, foi uma pena que tenha, realmente, falhado o sorteio. Sugiro que, para evitar que tal aconteça em próximas situações, subscreva a newsletter do KMOL para que receba as novidades por email. ... ler artigo →
Foi hoje realizado o sorteio relativo ao PASSATEMPO LIDEL aqui anunciado. O número sorteado foi o 12 e o comentário número 12 é o do... Luiz Francisco. Muitos parabéns, Luiz! Irá receber um email solicitando a sua morada para envio do livro de oferta. ... ler artigo →
A Ana Silva, que inicialmente me alertou para esta iniciativa do Guilherme, escreveu também um post sobre isto. Sendo a serendipidade algo que lhe é tão querido, o texto dela incide sobre esse ponto. Serendipity at Wednesdays: a nomad way of working ... ler artigo →
Check out Ana Silva's post on this same topic. Serendipity is her thing after all ;-) Serendipity at Wednesdays: a nomad way of working ... ler artigo →
30 Nov 2011
Se se referia a mim, Fernando, agradeço imenso o convite. Já vos visitei uma ou duas vezes mas terei de regressar em breve. ... ler artigo →
Muito obrigada, Henrique. Fico muito contente que o estudo e o conteúdo do KMOL em geral sejam úteis para quem o "consome". Aproveito para o desafiar a participar da edição deste ano do mesmo estudo. O questionário a preencher está disponível em http://knowman.pt/estudo-GC/. Agradeço também que passe palavra a pessoas de outras organizações: públicas ou privadas, grandes ou pequenas, de qualquer sector, e mesmo que não saibam o que é a gestão de conhecimento. O questionário dá para todos ;-) Se os convidar usando o formulário no link acima e eles preencherem mesmo o questionário, habilita-se a 2 noites para 2 pessoas no AquaHotel. Nada mau, hein? À semelhança do relatório de 2010, o de 2011 também será partilhado gratuitamente. ... ler artigo →
Obrigada Carlos. Já agora tenho de referir que o Carlos acabou de me enviar um email dizendo "coloquei um comentário mas ... no sorteio ... se eu ganhar ... oferece por favor o livro ao 2º classificado, ok?" Assim farei. Ah, e já agora posso acrescentar que os meus comentários também não contam para efeitos deste sorteio. Queremos competições justas! ;-) ... ler artigo →
PASSATEMPO LIDEL Temos um exemplar deste livro para oferecer a quem deixar comentários nesta página até ao dia 10 de Dezembro. Será feito um sorteio com todos os comentários mas gostaríamos imenso que aqui partilhassem connosco histórias engraçadas que ilustrem as quebras de comunicação que por vezes ocorrem entre a Gestão e a Informática. ... ler artigo →
Obrigada pelo seu comentário, António. Curiosamente ouvi outras pessoas comentar que as contribuições, especialmente a de Jay Cross, não tinham trazido nada de novo. Se por um lado concordo e até posso perceber a potencial frustração, a verdade é que as organizações (na sua generalidade, claro!) ainda não registam comportamentos e processos como muitos dos ali ouvidos. Acredito que para se conseguir uma mudança generalizada são precisas duas coisas: evangelizar os conceitos e mostrar casos concretos de como está a ser feito. O Creative Learning deste ano fez a primeira parte muito bem. Que venham outros eventos (ou oportunidades) para ouvirmos experiências concretas. ... ler artigo →
Obrigada, Teresa. Foi um prazer encontrá-la ontem. Foram breves momentos de conversa mas em que sempre aprendo alguma coisa :-) ... ler artigo →
É um prazer para mim saber que são úteis para alguém. Continue a ler e eu darei o meu melhor para continuar a escrever :-) ... ler artigo →
Seria muito interessante, sim, Álvaro. Fico à espera dessas ideias. ... ler artigo →
Someone asked about metrics used to assess the success of the Edge. Andrew emailed me his answer: "traditional metrics - have deliberately ignored at this stage; i am just looking at the activity streams as more interested in flow than people going into various spaces as never sure what might be their outcome / purpose (so metrics on visits are meaningless to me). I am trying to catalyse a participatory culture. more flow more use more participation. The streams are increasing in frequency and volume. We'll release some figures." Interesting, isn't it? Very in line with what I defend to be the big difference between measuring activity and measuring impact. ... ler artigo →
2 Set 2011
Ana, obrigada pelo teu comentário que reforça a qualidade do trabalho que esta empresa está a realizar. Isabelle, demorei um pouco a responder porque quis contactar o Andrew e ouvir a resposta dele à sua questão. Aqui fica uma tradução da resposta que ele enviou em jeito telegráfico: "métricas tradicionais - ignorámo-las deliberadamente nesta altura; estou apenas a olhar para as correntes de actividade já que estou mais interessado nos fluxos do que nas visitas que as pessoas fazem aos vários espaços pois não sei qual a sua motivação possa ser (por isso as métricas de visitas não fazem sentido para mim). Estou a tentar catalizar uma cultura de participação. Mais fluxo, mais utilização, mais participação. As correntes estão a aumentar em frquência e volume. Iremos partilhar números em breve." Interessante, não é? Muito alinhado com aquilo que eu tantas vezes digo ser a diferença entre avaliar a actividade e avaliar o impacto. ... ler artigo →
Peço desculpa pelo meu silêncio. Estive uns diazitos de férias e só agora me apercebi de toda esta dinâmica. Que bom! Aniss, pode convidar para este espaço quem quiser. Aliás, convidar nem será bem o termo - desafiar talvez seja melhor, pois espaços abertos não precisam de convite :-) De qualquer forma, o tema que levantou é tão interessante que eu própria vou colocar-lhe um desafio: porque não escreve um pequeno texto (por exemplo que inclua os seus últimos comentários aqui postados)? Dessa forma posso colocá-lo na secção de artigos (com o nome da Aniss como autora, claro!) e fica mais fácil desafiar pessoas para o debate (pois terá um endereço próprio) e concentrar o debate numa única página que se pode referenciar a partir de outras. Se aceitar o desafio, por favor envie o texto para o meu email. Obrigada. ... ler artigo →
9 Ago 2011
Nem sei o que dizer, Aniss. Apenas posso desejar muita força para essa caminhada! Há passos que temos de ser nós mesmos a dar e é bom termos pessoas por perto a torcer por nós. Eu estarei aqui a torcer por si. ... ler artigo →
31 Jul 2011
Obrigada, Aniss. Fico muito contente que tenha gostado e espero que as experiências partilhadas possam servir de inspiração, de motivação e de orientação para suas realizações futuras. ... ler artigo →
5 Jun 2011
Teresa, Muito obrigada pelos seus comentários e esclarecimentos. Partilho de muito do que diz. Na verdade as coisas estão longe de ser aquilo que gostávamos que fossem e a cultura que domina (n)as organizações da administração pública é ainda um forte entrave à entrada de algumas ferramentas e mesmo de algumas práticas de gestão (de conhecimento, por exemplo) que passam por uma maior abertura e transparência algo que, como diz, seria de esperar na AP mas que se revela extremamente difícil. Estaremos cá nós para ajudar a que isto mude :-) ... ler artigo →
A razão pela qual "tagueei" (gosto deste verbo!) com humor foi porque a história, pelo menos para mim, tem algum humor e porque tenho por hábito usar essa tag para "histórias". Mas fiquei intrigada com o seu comentário. Não percebo bem o que quer dizer com "O que pode ter havido de tão entusiástico na apresentação mencionada, se tiveram que receber uma injeção de Euros?", Ferdinand. ... ler artigo →
30 Mai 2011
Mas, espera, Ferdinand, o Ha-Joon diz essas coisas ou diz que essas coisas são mentira? ... ler artigo →
Fiquei muito curiosa sobre esse livro, Ferdinand. Pode ser que um dia eu venha a ler. Para já a pilha de livros à espera da minha atenção é grande. ... ler artigo →
Depois de ontem ter escrito e publicado este texto, recebi um alerta do Artur Ferreira da Silva referindo que eu havia retratado mal as suas palavras. Para o provar, enviou-me o texto que o Etelberto leu, em seu nome, durante a sessão de ontem. Assim, aqui fica o meu pedido de desculpas ao Artur. O texto acima já foi emendado de acordo e, para lhe fazer toda a justiça, aqui fica o texto que ele havia redigido.

"O desenvolvimento das Redes Sociais produz fortes ganhos de produtividade e pode levar a novas áreas de crescimento que a Portugal precisa? Sim, se…Não, se… :) 1. Caso se esteja a pensar em "Redes sociais" cuja intenção principal é a "socialização", como as que foram incluídas no Inquérito (Facebook, LinkedIN, Twitter, Plaxo e HI5) então elas não têm nenhuma influência positiva DIRECTA sobre a produtividade, e podem constituir uma poderosa distracção para os trabalhadores, pelo que o seu uso deve ser proibido no tempo de serviço, excepto para aquelas pessoas cujo trabalho seja divulgar a empresa nessas redes ou usá-las para obter informação para head hunting, embora possa ser aconselhado o seu uso à noite ou em fins de semana, pese embora a sua eficácia na produtividade depender muito de quem são os "amigos" de cada um. 2. Se por redes sociais, estamos a considerar produtos internos à empresa, que potenciem a gestão do conhecimento, a aprendizagem e inovação organizacionais, as comunidades de prática, etc., então eles podem e devem ser usados pelas empresas. Embora os mais potentes, sejam caros e só sejam acessíveis a grandes empresas, existem outros menos potentes, mas mais baratos, que podem (e nalguns casos estão já a) ser usados por várias empresas no sentido de se tornarem "Empresas 2.0" 2.1 Entre os primeiros, os mais potentes, combinando blogs, wikis, files, etc. numa única plataforma, bem como a possibilidade de criação de grupos que herdam todos esses utensílios são o da Telligent (de que existe aliás um add on específico para Inovação, desenvolvido pela empresa portuguesa que os representa cá (o Innovationcast da weListen) e o Jive. 2.2. Entre os segundos, há vários tipos, mais limitados: Uns, como o Ning (escolhido entre muitos outros similares) são plataformas na Web que podem ser usadas a baixo custo (veja-se um exemplo, este usado para fins educacionais com alunos dos 50 aos 73 anos, em http://universidadeseniordautl.ning.com/); outros são produtos open source, que têm de ser costumizados e correr num servidor da empresa de que, entre outros, destaco o Elgg." ... ler artigo →
Sem dúvida, Ferdinand. Este tipo de sessões podem implicar o investimento de recursos (tempo e dinheiro - para viagens, por exemplo) mas são geralmente bastante úteis e podem permitir grandes ganhos futuros. ... ler artigo →
Muito obrigada, Aniss, eu meu nome pessoal e de todos aqueles que visitam o KMOL e que vão beneficiando dos seus comentários. ... ler artigo →
26 Abr 2011
Acabei de ver os slides da apresentação que a Ana Silva (aka AnaDataGirl) fez na Switch Conference a semana passada. Vale a pena ver AQUI! ... ler artigo →
Muito, muito obrigada pelas vossas calorosas palavras - aqui deixadas em comentário ou enviadas através de mensagens pessoais. Fico muito emocionada com o vosso carinho! Embora não me surpreenda - afinal têm-no partilhado comigo ao longo destes 10 anos de vida do KMOL (faz este mês 10 anos) e é isso que me dá força para continuar. ... ler artigo →
Se pretender adquirir este livro, entre em contacto com as Edições Sílabo referindo o KMOL para poder beneficiar de um desconto de 10% sobre o preço de capa. ... ler artigo →
Muito obrigada pelo seu comentário, Eglee. Penso que tem razão. Na verdade as questões políticas afectam muito a forma de trabalhar e planear das organizações, especialmente as públicas. E isso tem consequências em muitas áreas das organizações. No entanto, as comunidades de prática saudáveis, quando "não oficiais", conseguem passar ao lado das questões políticas. Porquê? Porque se movem por questões totalmente independentes da política: a aprendizagem e o tópico central da comunidade. ... ler artigo →
Vamos discordar neste aspecto, Ferdinand. E muito! Eu sou grande defensora de espaços abertos. Não com meia divisória mas sem qualquer divisória. Sim, há mais ruído mas isso é algo que se pode controlar: uma empresa que saiba desenhar escritórios saberá ter isso em consideração e encontrar formas de dispor o mobiliário e jogar com plantas para quebrar o ruído. Para além disso, as pessoas aprendem a trabalhar em espaços abertos e começam a reduzir o ruído. Finalmente, e para trabalho de maior concentração, é indispensável haver espaços mais privados, onde as pessoas possam trabalhar durante curtos períodos de tempo. É uma questão de adaptação mas a verdade é que é possível trabalhar assim. Já trabalhei assim em várias empresas e, a verdade, é que é muito melhor do que trabalhar em escritórios cheios de salas / gabinetes dos quais também tenho experiência pessoal. Já agora, para um pequeno olhar sobre um desses escritórios de espaço aberto onde trabalhei, vejam aqui. ... ler artigo →
Aqui fica a lista das 7 razões que podem estar por trás de algo estar errado. A palestra é, de facto, hilariante e... oh, so true! ... ler artigo →
8 Fev 2011
Ferdinand, gostava de incluir aqui o link para a TED Talk do Seth Godin. No entanto, ele tem mais do que uma... Estava a referir-se a alguma em particular? Ah, e já agora, também eu ando de olho no Seth. Ele tem ideias muito interessantes e que nos fazem questionar o que sabemos e fazemos e pensamos. E isso é sempre muito positivo. ... ler artigo →
8 Fev 2011
O que eu quis dizer é que não basta construir capoeiras - casas para as galinhas - e esperar que, só por existir a infraestrutura, as galinhas apareçam, ponham ovos e se façam omoletes. Há muitos outros aspectos a considerar e a cuidar para além da infraestrutura. Fica mais claro assim, Ferdinand? ... ler artigo →
Faz muito bem, Ferdinand. Aliás, se todos concordassem com o que é dito, a evolução seria pouca e lenta :-) ... ler artigo →
Ferdinand, sou uma grande defensora do trabalho árduo (quem me conhece sabe que mais do que defensora sou também uma praticante ;-)) no entanto, e tal como o Ferdinand referiu num comentário a um outro texto, a sorte também joga um papel muito importante. Há muitas pessoas que não trabalham muito e são bem sucedidas por uma questão de sorte, e outras que trabalham imenso e não conseguem o que querem por falta dela. Da mesma forma, acredito no acaso (e não no destino). Acredito que decidirmos ir a um evento, ou apostar num determinado cliente, ou aceitar uma oferta de emprego, ou telefonar a um amigo num determinado dia, são tudo acções que nos colocam em posição de socializar e de nos depararmos com novas realidades, ideias, etc.. Serendipidade pode ser mais um daqueles "chavões" que se usa mas, na verdade, e para mim, é um fenómeno muito interessante, válido e digno de ser explorado no âmbito da gestão de conhecimento. ... ler artigo →
Fico muito contente, Marcelo! É para que haja momentos desses que vou continuando a escrever umas coisitas por aqui :-) ... ler artigo →
Não, mas estou a gostar de ler todos esses nomes alternativos :-) ... ler artigo →
Curioso dizer isso, Ferdinand. A primeira "versão" do KMOL tinha uma secção de Humor. Quando fiz o redesign e revi a arquitectura de informação do KMOL, resolvi eliminá-la. No entanto, os textos de "humor" podem ainda ser encontrados sempre se procurar a tag Humor. Experimente aqui. ... ler artigo →
26 Jan 2011
Obrigada, Ferdinand. Eu confesso que estava à procura de um outro nome que ouvi quando estive aí no Brasil. Na altura lembro-me de que gostei muito mas não me consigo recordar... ... ler artigo →
Já agora, alguém me pode dizer qual a palavra usada no Brasil para designar os facilitadores/animadores/gestores de comunidades? ... ler artigo →
Ferdinand, o trabalho manual aqui também é olhado de lado porque é menos bem pago, exige mais força física, etc.. No entanto, são trabalhos necessários, que podem gerar muita riqueza para o país e tão dignos quanto qualquer outro. Para além disso nem todos têm condições para ser médicos e advogados, e o país não consegue absorver todos os licenciados que saem das universidades. Assim, cabe ao Governo criar melhores condições para quem optar por formação técnica e trabalhos nos sectores primário (agricultura, pesca, por exemplo) e secundário (indústria, por exemplo) e não necessariamente obrigar todos a fazer tantos anos de escolaridade. ... ler artigo →
Sim, sim, Ferdinand. Custa-me a aceitar que uma pessoa tenha de obrigatoriamente fazer 12 anos de escolaridade (atenção que não é estudar até aos 12 anos!). Há muitas profissões que não necessitam de tanta escolaridade. Ao insistir em todos estes anos de escolaridade atrasa-se o rendimento da pessoa para a sociedade, atormentam-se muitos jovens que não têm queda nem gosto pela escola, menosprezam-se as profissões mais operacionais e criam-se falsas expectativas em quem estuda. ... ler artigo →
Sem dúvida, Ferdinand. A escolaridade é extremamente importante. No entanto, devo referir que a escolaridade obrigatória em Portugal aumentou desde que este post foi escrito. Neste momento, são 12 anos de escolaridade obrigatória. Ora, isto, parece-me um grande disparate. Por muitas razões (sociais, económicas, psicológicas, etc.). Pode ser que ganhe coragem para escrever um post sobre isso... ... ler artigo →
A questão do erro é-me muito querida, Ferdinand. E curiosamente ainda ontem estive a falar sobre esse tema com uma grande associação empresarial portugesa. Todos parecem concordar que em Portugal há uma grande preocupação com a partilha de experiências a não ser que sejam sucessos. No entanto, assisti ao mesmo comportamento em Inglaterra e penso que, regra geral, este é o comportamento que domina a forma de estar das pessoas nas organizações. Há excepções de empresas que conseguiram introduzir práticas e moldar a sua cultura para que os erros sejam abraçados (não encorajados, mas respeitados e ecoados como fonte de aprendizagem). E isso é fantástico! Todos deveríamos aprender com essas empresas. A propósito, encontrei um site muito engraçado que me deu umas ideias interessantes sobre como poderia ser usado pelas empresas no âmbito da gestão de conhecimento. Chama-se Mistake Reports. Vale a pena ver! ... ler artigo →
Aniss, o Ferdinand está no Brasil pelo que será difícil ele estar presente no "Alimentar Ideias" em Lisboa :-) Ferdinand, não tenho nada contra a publicação de vídeos TED no KMOL (aliás, há já alguns). No entanto, o tempo não dá para tudo e como calculo que as pessoas tenham oportunidade de encontrar esse conteúdo de outras formas... Mas entendo o que diz (que nem todos conhecem e que o KMOL pode ser maisuma via de divulgação desse valioso recurso) pelo que procurarei partilhar aqui no KMOL algumas dessas pérolas. Já agora, aceitam-se sugestões ;-) ... ler artigo →
19 Jan 2011
Apesar da provocação que aqui deixou e que eu ecoei através do Twitter e do Facebook, ainda não houve respostas pelo que vou dar uma opinião muito pessoal. O meu conhecimento da realidade brasileira é ainda algo reduzido mas tenho conhecimento da forma de estar e agir das empresas portuguesas e inglesas. Aquilo que eu penso é que não tem tanto a ver com o país (ou o continente ou o estado de desenvolvimento da ecónomia) mas com o sector, com a dimensão e com o tipo de direcção da organização. As organizações públicas e financeiras, por exemplo, tendem a ser muito mais conservadoras e hesitantes na altura da mudança. Por seu lado, as organizações maiores têm mais dificuldade em mudar - isto aliás, coincide com as leis da física: é bem mais fácil girar uma pequena roda de bicicleta do que uma grande roda de trator. Finalmente, nem o sector nem a dimensão chegam para parar ou motivar a mudança de uma organização que tem uma direcção a puxar no sentido inverso. As características, prioridades e estratégia das pessoas de uma direcção fazem toda a diferença. Estou sozinha nesta forma de pensar? O que pensam os outros? ... ler artigo →
Talvez seja contrário ao que temos vindo a conversar nos comentários mas vai totalmente ao encontro de um dos aspectos que referi no texto original. Afinal, o que o Ricardo Saldanha sugere no seu texto é uma forma de o conhecimento e a informação chegarem aos colaboradores em tempo útil na altura em que dele mais precisam. Se o barman pudesse aceder a esse conteúdo num qualquer terminal electrónico ao balcão, teria conseguido executar o Bloody Mary bem à primeira tentativa, não teria tido de abandonar o seu posto de trabalho, tinha poupado tempo, dinheiro e o embaraço. ... ler artigo →
Ferdinand, a expressão "pescadinha de rabo na boca" tem a ver como um forma de preparar um peixei cá em Portugal onde o rabo no peixe é enfiado na boca do mesmo e depois frito. Isso faz com que não se saiba bem onde começa e acaba o peixe. Assim, a expressão é usada para descrever situações em que não uma situação leva a outra sem que se saiba bem o que origina o quê. ... ler artigo →
Ferdinand, o Snowden é um personagem incrível com umas ideias muito, muito interessantes. Infelizmente, não tem livros publicados. Tem sim, muitos textos. Aqui no KMOL pode encontrar mais algumas coisas sobre o trabalho dele. Para além disso, sugiro uma visita cuidada ao blog do David Snowden onde, na área de resources pode encontrar muitos dos seus textos. ... ler artigo →
Um interessante complemento a este texto, é o do Ricardo Saldanha no blog da HSM. Nele, Ricardo reflecte sobre o impacto que os sistemas informáticos podem ter na disponibilização "pro-activa" de informação aos colaboradores de uma organização. ... ler artigo →
Ferdinand, nem a propósito, aqui fica o link para um post que adicionei hoje e onde pode ver o vídeo da minha apresentação no TEDxCoimbra 2010. Nele explico as minhas motivações para criar o KMOL. Espero que goste! De cima para baixo ou de baixo para cima: abordagens e geografias ... ler artigo →
É sem dúvida um comentário pertinente, Ferdinand. A lista que apresentei focava nos aspectos "internos" sem considerar a necessidade de considerar GC como resposta aos esforços nessa área de outras organizações. Isto é bem similiar à situação que se passa (actualmente) com as organizações e a sua presença nas redes sociais: as organizações esquecem-se que, mesmo não querendo ter uma presença activa nas redes sociais, deveriam "andar por lá" para saber o que os seus concorrentes fazem e para saber o que os seus clientes (e potenciais clientes) dizem. ... ler artigo →
Sem dúvida, Ferdinand. Tenho apenas pena de não poder assistir a mais eventos e de não falar com mais pessoas. Mas, por algum motivo criei o KMOL, certo? ;-) ... ler artigo →
Não sou daquelas pessoas que dá demasiada importância à diferença entre informação e conhecimento mas também gostei muito, Ferdinand. Ah, e se se pergunta porque não dou muita importância, a razão é simples: no contexto de uma organização, no dia-a-dia, o que interessa é que tanto a informação como o conhecimento (e os dados) circulem e estejam acessíveis. Quando preciso de algo, não preciso de lhe dar nome - informação ou conhecimento - o importante é ter acesso àquilo de que preciso. ... ler artigo →
Muitos dos temas aqui identificados (e vários dos autores / profissionais referidos) fora já aqui fruto de atenção. É uma questão de fazer uma pesquisa (canto superior direito das páginas do KMOL) pelo tema / autor que lhe interessa e ver o que encontra. Em alternativa, se tiver interesse nalgum dos temas em concreto, avise que eu tento indicar referências. ... ler artigo →
Como em tudo na vida, mais vale tarde do que nunca :-) O importante é conseguirmos tempo e interesse por alguma coisa numa altura em que ela nos possa ser útil e possa ser aplicada: dessa forma será mais fácil interpretá-la e assimilá-la verdadeiramente. ... ler artigo →
8 Jan 2011
Certo, certo, Ferdinand. Eu concordo consigo. A comunicação é, sem dúvida, um dos problemas-chave e que se relaciona grandemente com as questões humanas / culturais que refere no seu primeiro comentário. No entanto, e dando algum crédito aos autores, as questões que eles apontam são também válidas - mas, como o Ferdinand diz, não são as únicas. ... ler artigo →
Milton, sugiro que contacte o Marcelo Mello directamente através do email que ela partilha connosco na sua página de pefil. ... ler artigo →
Ferdinand, muito obrigada pelo seu comentário. Como refere, é por vezes nos comentários que outros pontos de vista são identificados e por isso os valorizo tanto. Devo dizer, porém, que não percebi totalmente a ideia que quis expressar. O Ferdinand pensa que foi bom os autores terem focado apenas nas questões que focaram, ou que deveriam ter ido mais além referindo algumas dos outros factores que são depois apontados nos comentários? ... ler artigo →
José, muitíssimo obrigada por essas palavras tão elogiosas e encorajadoras. O ano de 2010 está a chegar ao fim e o balanço é positivo. Nesta altura já olho para 2011 e os planos são muitos. Quem sabe um segundo Cidadania 2.0? Afinal, todos concordaram que muito ficou por dizer... Mas, quem sabe, outro tipo de projectos / eventos explorando temáticas relacionadas ou as mesmas mas segundo outros prismas?... A ver vamos... O meu próximo projecto de carácter mais aberto, mais público, deverá ser a conclusão do estudo sobre o estado da gestão de conhecimento em Portugal. Tal envolverá a análise das respostas ao questionário e a escrita do relatório, tudo na belíssima companhia da Maria José Sousa com quem estou a trabalhar neste projecto. Como sempre, utilizarei também o KMOL para dar a conhecer os frutos deste trabalho. Obrigada mais uma vez, pela força e por se manter fiel e atento ao KMOL! ... ler artigo →
Muito obrigada pela sua opinião, Aniss. Ainda bem que as pessoas se conseguem identificar com as experiências aqui partilhadas e que sentem abertura da minha parte para dialogar e aprender em conjunto. ... ler artigo →
6 Dez 2010
Muito obrigada pela sua palavra :-) De momento estou de ressaca (de cansaço, não de alcool) e capaz de muito pouco. No início da próxima semana estarei em condições de enviar um email aos participantes com informação de como podem aceder às apresentações, com o URL dos exemplos extra que fomos apresentando, e com algumas outras informações de que nos lembremos até lá. Fico muito contente que tenha gostado e que queira divulgar. É esse o tipo de reacção que me dá força para continuar a pensar em iniciativas como esta apesar do trabalho que significam, e dos obstáculos que se vão colocando. Ainda assim, tenho muitas pessoas amigas que me incentivam, aconselham e desafiam e sem as quais tudo seria ainda mais difícil (senão impossível). Ah, e claro, há a Ana Silva que foi uma rocha em tudo isto e que ajudou imenso na organização durante as suas horas livres. ... ler artigo →
Thank you for writing the book and caring to come read the review ;-) I will keep an eye open looking for nice examples in other industries that maybe you can share in the next edition. Until then, keep sharing your experience with us as you always do via your books or your site. ... ler artigo →
Obrigada pelo seu comentário, Andrea. Tem toda a razão: a) há outras áreas que poderia perfeitamente ser abordadas aqui no KMOL sem prejuízo de nos desviarmos da temática nuclear, b) há livros muito interessantes que merecem aqui ser referidos. O tempo não dá para tudo. De qualquer forma, o "Wikinomics" já aqui foi revisto e "A Sabedoria das Multidões" está na prateleira a aguardar tempo para que o consiga ler. Mas, Andrea, o KMOL está sempre receptivo a contribuições de qualquer pessoa. Se já leu estes livros e nos quiser enviar uma "review" sua, teremos todo o gosto em a considerar para publicação. Da mesma forma, se tiver "reviews" de outros livros relacionados que queira partilhar... venham elas! ... ler artigo →
15 Nov 2010
Sem dúvida. Ainda a semana passada ouvi uma apresentação, curiosamente do Frederico Lucas, em que ele dizia que é muito mais fácil para uma autarquia justificar custos com infra-estrutura do que justificar investimento nas pessoas, na sua formação, na geração de oportunidades que lhes permitam empreender e criar as suas próprias oportunidades. Mas como, na altura, alguém da assistência respondeu, a culpa não é só das autarquias mas da forma como o financiamento é gerido a nível central / nacional. Enfim... há muito a fazer. ... ler artigo →
Muito obrigada, Sérgio. Boa dica! ... ler artigo →
9 Ago 2010
Terminou hoje o passatempo e temos dois vencedores: um vencedor sorteado entre os 13 que deixaram os seus comentários aqui no KMOL, e um vencedor entre os 6 que deixaram comentário no post respectivo da página do KMOL no Facebook. Sem mais demoras, os vencedores são: Pedro Santos (o 2º a deixar comentário aqui na página) e Diana Vilhena (a 4ª a deixar comentário no Facebook). Ficam as imagens do sorteio para verem que não houve batota :-)

Sorteio do vencedor site

Sorteio do vencedor Facebook

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Muito obrigada por todos os comentários já aqui deixados. Venham mais! Fernando, a sua referência ao trabalho de Raimundo Soares é muito interessante. Detecto uma perspectiva algo pessimista sobre a gestão de conhecimento nas organizações tanto no seu comentário como no do Nuno. Reconheço que não é tão fácil quanto gostaríamos mas também não é assim tão difícil. Especialmente se formos construindo aos poucos, fazendo pequenas actividades: o importante é que haja uma estratégia coerente que sirva de fio condutor e integrador de tudo o que se for fazendo. ... ler artigo →
Coincidindo com a sua passagem por Portugal, Don Tapscott cedeu uma entrevista ao Público. A entrevista é toda ela bastante interessante mas não posso deixar de destacar uma passagem muito interessante relacionada com o tema do texto acima:

"Se os jovens estão no local de trabalho a desperdiçar tempo no Facebook, isso não é um problema de tecnologia. É um problema de fluxos de trabalho, motivação, supervisão. A minha geração não entende a cultura de colaboração, não entende as novas ferramentas e não entende a nova geração. Os blogues, redes sociais, wikis são o novo sistema operativo das empresas."

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Fantásticos todos estes comentários. Venham mais! E para quem não sabe, informo de que pode duplicar as suas hipóteses de ganhar se deixar também um comentário no post respectivo na página do KMOL no Facebook. Não tem de ser um comentário elaborado, basta um "Eu quero muito este livro!" :-) ... ler artigo →
Sem dúvida, João! E é exactamente esse tipo de relacções, portas e muros, que a análise das redes sociais nos permite. Perceber a relação que existe, ou não, entre os vários stakeholders de um projecto, é muito interessante e, mais do que isso, pode revelar-se crucial. Especialmente em projectos de grande dimensão em que há muito em jogo. Não seria maravilhoso sabermos se a "porta de entrada" para o presidente é a secretária ou o amigo que joga futebol 5 com ele? Ou que se queremos motivar um key player da equipa não é através do seu chefe directo, com quem não gosta, mas através de um dos seus colegas? Era muito bom que, especialmente em projectos de grande dimensão como referi anteriormente, houvesse a preocupação de fazer este tipo de análise. Os resultados por vezes são o que se espera, mas muitas vezes surpreendem. ... ler artigo →
Hugo, agradeço o seu comentário. Na verdade é interessante ver a forma como, até certo ponto, o exemplo dos autores quase mostra que, afinal, ainda vale a pena apostar na "velho" economia. Qual a sua perspectiva sobre este assunto, isto é, sobre a forma como a "wikinomia" está a afectar a forma de actuar das empresas? ... ler artigo →
Entrei em contacto com a COTEC e, infelizmente, não obtive resposta. No entanto, reparei agora que eles disponibilizaram no site deles o Guia (PDF com 18 Mb) e os slides usados nas apresentações. Boas leituras! ... ler artigo →
E já agora, como é que a ideia de comunidades auto-geridas e informais encontrada na IBM se relaciona com as ideias recentemente defendidas por Richard McDermott e Douglas Archibald no seu artigo da Harvard Business Review? ... ler artigo →
Ah, and one more thought: how does the idea of free-forming and self-managing communities supported by IBM relate with the recent findings of Richard McDermott and Douglas Archibald? In the paper published in March by the Harvard Business Review - “Harnessing your staff’s informal networks” - they defend that formal communities are more successful than informal ones. (Key aspects of that paper may be found here.) ... ler artigo →
16 Jun 2010
Esta Ana Silva é muito atenta, é o que é! ;-) ... ler artigo →
Obrigada, Ana, pelo seu comentário e pela paixão que dele transpira. Aliás deve-se certamente ao facto de ter optado pela 2ª opção, o que muito lhe agradeço :-) Sim, este é um daqueles livros que marca: podemos não concordar com tudo mas não conseguimos ficar indiferentes já que nos faz considerar as coisas de novos ângulos, questionar aquilo que sempre fizemos e a forma como sempre o fizemos... E no seu entender, Ana, tecnologia, social, ou tecnologia e social? :-) ... ler artigo →
José, começa por pedir desculpa como se fosse discordar dos comentários anteriores mas, daquilo que me é dado perceber dos comentários do João e dos seus e daquilo que é a minha opinião, parece que estamos todos de acordo. A tecnologia e as questões sociais (ou de acordo com o modelo que refere, as dimensões Organizacional, da Gestão e a das Tecnologias de Informação) devem andar de braço dado: umas não funcionam sem as outras. E o segredo está em perceber quando puxar, com que força puxar e em que sequência puxar cada um desses fios para que o resultado seja o mais eficaz possível. Obrigada por mais este comentário, sempre oportuno. ... ler artigo →
Obrigada José, pelas suas simpáticas palavras e pela sua reflexão. Na verdade, a forma de pensar e actuar das pessoas está a mudar, estando estas a tirar grande partido das ferramentas sociais para alargar a sua rede de contactos, diversificar o tipo de comunicação com os membros dessa mesma rede, criar oportunidades a nível pessoal e profissional, etc.. Isso significa duas coisas: a) que algumas organizações estão a mudar porque estão a dar espaço para que as pessoas transfiram essa nova forma de estar para dentro das organizações,; b) que as organizações que não estão a mudar têm de o fazer sob pena de perderem o contacto com a realidade dos talentos que querem atrair e dos clientes que precisam conquistar. Quanto ao comentário do João... bem, não podia estar mais de acordo: a web 2.0, as organizações 2.0, não são uma questão tecnológica mas antes social. As pessoas e as organizações têm de se actualizar a nível técnológico mas, acima de tudo, têm de rever a forma como trabalham e se relacionam; têm de perceber quais os comportamentos aceitáveis numa sociedade online que agora se vai definindo. ... ler artigo →
Os vídeos das diversas apresentações do Alagoas Digital estão já disponíveis aqui. A minha apresentação está disponível aqui. ... ler artigo →
Que bom, Rafael. E não nos quer deixar aqui algumas outras sugestões de métricas daquelas que está a considerar na sua dissertação? ... ler artigo →
Thank you for your comment, Carrie. I pretty much agree with everything you say. I have to clarify a few things though. My post is suggesting metrics but not all metrics apply to all organisations (should I have made that explicit? maybe I should...). The turnover rate is one of those that, as you say, may be good to keep high in some organisations. Regarding innovation: I say we should / could check the number of implemented ideas - I do not say we should check the successful ones. Also, the idea is to measure the return on investment for innovation as a whole, not per idea as that, indeed, would lead to be sending the wrong message. But, in my view, and despite the fact that you can learn loads from your "failed" innovations, the objective is not to have failed innovations. Organisations can only aim to have successful innovations. However, it is by implementing effective KM processes that feed from past attempts (successful or not) to increase the chances of being successful in new attempts. So the objective is to have lots of successful innovations and the metric should include that. However, organisations can, and should, observe the whole process to be able to critically interpret the results. Finally... I am one of those who, a few years ago, defended organisations had to believe in the implicit benefits of KM. However, that does not work. Specially in times like today when every penny counts and has to be accounted for. Organisations usually know if things are improving or not but sometimes we need to guarantee support not from management but the rest of the organisation, who may lack the global view, and from external stakeholders who are not there to see the way things are progressing. So, yes, I do believe metrics are important. ... ler artigo →
19 Mai 2010
Francisco Régis, fico muito contente que o meu texto seja útil, quanto mais não seja para provocar o debate. Nesta altura em que há ainda tantas incertezas por parte das organizações, conseguir iniciar o debate já é uma grande victória. ... ler artigo →
Sem dúvida, Francisco. É isso exactamente que eu penso. Infelizmente os colaboradores das organizações ainda temem colocar questões em público com medo que seja prova de "fraqueza" e que seja utilizado contra eles. Quanto às respostas, os que se consideram peritos num tema respondem em tom autoritário reduzindo drasticamente a probabilidade de alguém emitir uma opinião (complementar, ou menos ainda, contraditória); os que não se consideram peritos temem responder com medo de não estarem certos (ver acima medo de quem pergunta). Interessante este ciclo, não é? ... ler artigo →
Desde o seu último comentário já tivemos oportunidade de falar pessoalmente e de trocar alguns emails. No entanto, e porque a resposta pode ser útil para outras pessoas, aqui ficam alguns apontadores. Poderia incluir aqui muitos outros, mas... foram estes de que me lembrei. ... ler artigo →
18 Mai 2010
Aldo, obrigada pelo seu comentário e pela sua pertinente questão. A inovação é algo vital para a organizações: não só no sentido de conceber novos produtos e serviços mas também na melhoria de processos internos. Às vezes são as "pequeninas" inovações que maior impacto têm. E essa é uma mensagem que raramente é passada. E o reconhecimento dessas "pequeninas" coisas ou dessas inovações em processos internos é algo que raramente se celebra, reconhece e, consequentemente, se incentiva. É importante que as organizações percebam isso e passem também a mensagem. Muitos dos programas de incentivo à inovação pecam pela forma como são redigidos, dando a ideia de que se esperam ideias revolucionárias, grandes invenções... e isso assusta a mais pessoas do que aquelas que consegue inspirar :-) Para além disso, é também importante que as organizações revejam as suas políticas de incentivo e avaliação de desempenho pois a mensagem que muitas vezes passam é oposta à da inovação. Termino por dizer que não vejo o brainstorm como algo que pode estimular a criatividade interna no sentido que penso que me pergunta, mas apenas como uma técnica (como muitas outras) que provoca as ideias em pessoas que já se sentem motivadas para a inovação. ... ler artigo →
Parabéns à Joana Dias e obrigada a todos os outros que já aqui deixaram as suas dicas. Tal como a Teresa refere, esperamos que (outros) continuem aqui a deixar as suas dicas e a partilhar a sua experiência. ... ler artigo →
Obrigada, José. Ambos os textos são bastante interessantes e deixei já um comentário num deles. ... ler artigo →
John, thank you ever so much for your comment. I love the way it ends: "Let’s just be aware of practices, but not have the need to make them global. Lessons are just as important Frameworks are powerful, they are more like jazz music as you can experiment, apply thinking in new ways, they let you as a human be creative, rather than following a process." I soooo agree with you. It is really important that organisations find ways (written, verbal ou by observation) of spreading practices (good, best, common, whaveter) so that become known throughout. That is the only way they can be challenged, improved, revised. That is the only way, organisations can build a common language that allows them to grow and continuously improve. ... ler artigo →
Fernando, muito obrigada pelo seu comentário. O que o Fernando descreve é o cenário ideal, isto é, as "melhores práticas" serem usadas como ponto de partida para reflexões periódicas que busquem a inovação e a aprendizagem colectiva. No entanto, isso não é o que tende a acontecer. Por falta de tempo, de sensibilidade, de processos, etc., as organizações não têm por hábito repensar as suas práticas (melhores ou não) pelo que a utilização da expressão "melhores práticas" dá uma falsa sensação de segurança que acaba por ser prejudicial. Mas, Fernando, tem toda a razão no que diz: idealmente seria assim. ... ler artigo →
Muito obrigada, Bia. Também para mim foi um prazer. Estou certa de que nos manteremos em contacto. ... ler artigo →
Ser criança é das coisas mais incríveis! No entanto, a grande maioria dos adultos esquece-se da alegria que advém de podermos brincar, experimentar, perguntar, descobrir, rir, etc.. E quando falamos disto nas organizações somos olhados de lado como se todas estas actividades não fossem fundamentais para a aprendizagem individual e colectiva. Basta dizer que não há muito tempo trabalhei com uma organização onde nem sequer gostavam que eu usasse a palavra "conversa" para descrever as interacções informais entre colaboradores por dar ideia de perda de tempo. E são imensas as organizações onde não se pode sequer considerar o uso de narrativas pois, para quem lá manda, contar histórias é coisas para pais, netos e avós. Enfim... lá chegaremos um dia :-) ... ler artigo →
Muito obrigada, Cecília. Acreditar em nós próprios é, na verdade, extremamente importante se queremos avançar, inovar, fazer mais e melhor. ... ler artigo →
29 Abr 2010
Jacqueline, obrigada por partilhar informação sobre esse seu projecto da "Hora do Conhecimento". Poderia dizer-nos em que organização trabalha e dar um pouco mais de informação sobre o projecto (qual a estrutura, quem participa, temas, aceitação, etc.)? ... ler artigo →
29 Abr 2010
Depois de assistir à minha apresentação na SHiFT, Bauke Schildt fez uma ilustração espectacular. Não podia deixar de a partilhar aqui. ... ler artigo →
19 Abr 2010
A nice visualisation of Dell's Listening and Response Engine may be found here. ... ler artigo →
em Dell
13 Abr 2010
Veja aqui um diagrama representando a forma como a Dell ouve e responde ao que se vai dizendo sobre a marca em sites sociais. ... ler artigo →
em Dell
Agradecendo desde já à Suzete que simpaticamente me enviou um email com esta informação, aqui fica o novo endereço onde pode ser encontrada a versão electrónica do livro: http://www.imap.curitiba.pr.gov.br/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=58&Itemid=90 Boas leituras. ... ler artigo →
Conheço, se bem que apenas superficialmente, o trabalho do José Sacavém na Multistorias e penso que merece ser referido neste contexto. Assim, muito obrigada pela pertinência do seu comentário, Ariana. ... ler artigo →
7 Abr 2010
Não sei bem se isto é uma dica, mas é algo que faço que me ajuda bastante. Quando leio um livro tenho sempre um lápis na mão com o qual faço umas marcações nas margens. As que mais uso são: . o desenho de um olho, para assinalar algo que quero aprofundar . a letra D, que marca a definição de um conceito . a letra Q, que assinala uma frase interessante que pode ser usada como citação . a expressão "(by...)", que frisa o facto de que a ideia apresentada não é do autor do livro mas de outra pessoa. ... ler artigo →
Obrigada pelo seu comentário, Etelberto. Concordo inteiramente consigo: tudo isto - as ferramentas sociais - só fazem sentido nas organizações se consideradas no seu papel de suporte às actividades estratégicas e operacionais. Se tal não acontecer, serão sempre encaradas como um modismo e uma distração daquilo que realmente interessa. Espero poder frisar bem estes pontos durante o evento de dia 12. Assim como espero partilhar histórias do que acontece quando as coisas correm mal... e quando as coisas correm bem. ... ler artigo →
Encontrei hoje um outro post sobre esta mesma pesquisa na IBM. Os comentários deixados ao texto de Mark Schaefer são também interessantes. ... ler artigo →
Ricardo, não me esqueci da sua pergunta. A resposta é que não é fácil e eu tenho estado a adiar :-) Vou ver se lhe consigo dar resposta ainda esta semana. ... ler artigo →
24 Mar 2010
Anay, Realmente o link também não funciona para mim. Pode ser que alguém que veja a sua mensagem a possa ajudar enviando cópia do PDF para si. Para já, posso dizer que fiz pesquisa e reparei que o livro pode ser comprado aqui. ... ler artigo →
Fernando, eu acredito que tudo tem um meio termo. Se por um lado deixar que as redes sociais se criem sozinhas e sozinhas se mantenham é uma expectativa demasiado ambiciosa; por outro lado, temo que alguma da boa-vontade, espontaneadade se vá, eliminando a dinâmica e out-of-the-box thinking de algumas destas redes. Caos não é certamente o que considero necessário, mas penso que há uma arte que permite a algumas organizações manter comunidades / redes sociais capazes de produzir resultados válidos e com benefícios estratégicos: e essa arte, para mim, não passa necessariamente por uma gestão muito controlada. ... ler artigo →
Obrigada pelo seu comentário, Pedro. Na verdade o que o Pedro diz vai muito ao encontro daquilo que o McDermott e o Archibald dizem no seu artigo: um dos factores que fazem com que as redes informais tenham uma vida e, consequentemente, resultados mais curtos é o investimento de tempo necessário para comunicar com os outros elementos da rede. Ora, se as pessoas estão no mesmo escritório, esse tempo tende a ser menor pelo que haverá mais probabilidade de a rede se aguentar durante mais tempo. Para além disso, e como os autores dizem, é importante o encontro frente-a-frente para que as redes sobrevivam animadas. Mais uma vez, a co-localização dos membros torna isto bem mais fácil. Quanto ao que diz, da necessidade de criar actividades para que uma equipa dispersa tenha trocas constantes, deixo uma provocação: o que será mais importante - trocas constantes ou trocas de qualidade? ... ler artigo →
Li hoje de uma iniciativa bem interessante do Ministério da Saúde do Brasil. Eles, que já tinham perfil no Facebook, criaram agora uma aplicação para este site social que visa sensibilizar para os riscos de consumo de crack. ... ler artigo →
Obrigada, Teresa, pela dica e pelos votos de boa sorte :-) ... ler artigo →
12 Mar 2010
Trabalhei com uma colega, aqui há 2 anos, que tinha acabado o seu bacharelato. Ela não parava de cantar a maravilha que era o Zotero, uma extensão ao web browser Firefox que permite à pessoa gravar páginas web inteiras e outros documentos, categorizá-las com palavras-chave, arquivá-las em pastas, partilhá-las, aceder-lhes a partir de várias máquinas, e ela cria as referências bibliográficas por nós :-) Apesar de não poder falar desta ferramenta por experiência própria, penso que vale a pena deixar esta dica. Se alguém conhecer ou vier a experimentar, por favor diga alguma coisa. Já está! Agora já me posso candidatar ao livro? :-) Ah, é verdade, eu não posso concorrer! ;-) ... ler artigo →
Fátima, obrigada pelo seu comentário. Não sou a pessoa mais indicada para lhe dar resposta a esta questão. No entanto, pode ser que outras pessoas possam dar umas dicas e responder à sua dúvida. Para já, desejo-lhe as maiores felicidades, independentemente daquilo que optar fazer. ... ler artigo →
11 Mar 2010
Apesar de ter um ponto de partida diferente, a reflexão de Steve Blank sobre a simplicidade das primeiras versões de novas ferramentas tem vários pontos em comum com este meu texto. Vale a pena ler. ... ler artigo →
9 Mar 2010
Não tem nada que agradecer, José. Para mim é um prazer poder ler estes trabalhos. Especialmente quando são tão acessíveis e relevantes como este. Para mim foi, aliás, bastante oportuno: consegui tirar umas dicas para me ajudar com a preparação da pós-graduação / mestrado onde irei leccionar. Obrigada ao José por se manter atento ao KMOL :-) ... ler artigo →
Deixo aqui umas palavras de Ikujiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi no seu famoso livro "The Knowledge-Creating Company" (1995) que considero extremamente relevantes no contexto desta ferramenta e do que considero ser a forma natural e desejada para o processo criativo nas organizações:

"Original ideas emanate from (...) individuals, diffuse within the team, and then become organizational ideas" (p 76)

"The Knowledge-Creating Company" - Amazon UK e Amazon USA. ... ler artigo →
Jack Vinson has provided some interesting views on the topic as follow ups to this post. ... ler artigo →
8 Fev 2010
Fui hoje alertada pelo Christoph de uma sequência de fotos muito interessante produzida por um colega da Headshift e que "descreve" o percurso a pé até ao escritório do empresa, bem como mostra o escritório por dentro. Vale a pena ver. ... ler artigo →
Li hoje um post de Susan Cramm nos blogs da Harvard Business Review sobre porque é que as "melhores práticas" nem sempre fazem sentido. Vale a pena ler. É pequenino :-) ... ler artigo →
Antes de mais, Angelo, não tem de pedir desculpa. Este espaço de comentários é mesmo para que as pessoas possam dar a sua opinião :-) A sua proposta é, na verdade, bem interessante. Uma outra proposta seria a de "gestão dos processos do conhecimento" mas esta é ainda mais comprida. Por uma questão de simplificação, de comprimento e também de equiparação com as expressões usadas noutras línguas ("knowledge management", "gestion des connaissances", "géstion del conocimiento"), acaba por se tornar mais fácil usar "gestão do conhecimento" - ou "gestão de conhecimento" para alguns teimosos :-) Aquilo que eu sempre digo é que não interessa o que lhe chamamos desde que o façamos - e o façamos bem! ... ler artigo →
Luís, agradeço o seu comentário e entendo a sua opinião. Neste caso, porém, vamos concordar em discordar. O "o" é um artigo definido que transmite a ideia de algo palpável e mensurável coisa que, no meu entender, o conhecimento não é. Daí a minha utilização do "DE". Mas, como disse, entendo a sua posição. ... ler artigo →
Jacqueline, tenho quase toda a certeza que o Teepin também está disponível em português, tal como o próprio site também o está. ... ler artigo →
Mais um link, desta vez sugerido pelo Álvaro Gregório via Twitter, e que aponta para um post onde Chris Lake sugere uma lista genérica de 16 princípios orientadores para a utilização de sites sociais produzida com base nos princípios orientadores definidos por várias empresas: IBM, BBC, Intel, Kodak, SAP e Zappos. (De referir que já partilhámos aqui no KMOL a experiência da Intel e da Zappos na utilização de ferramentas socias.) ... ler artigo →
Sérgio, obrigada pela sua resposta à minha provocação também em jeito de provocação :-) Só agora tive oportunidade de ler o texto que sugeriu. Não conhecia o Fernando Flores e adorei ler sobre a sua história e a forma como ele está a tentar mudar a linguagem das organizações como meio para mudar atitudes e melhorar produtividade. O tema é fascinante mas posiciona-se numa área distinta das ideias de Theodore Zeldin. De facto, Flores defende que se deve mudar a linguagem como forma de condicionar a acção das pessoas. Já Zeldin acredita que o importante é que as pessoas falem. Um parece mais voltado para o conteúdo da fala (vocábulos usados). Outro para o acto de falar. Minha vez de deixar uma provocação: quem são os autores que se têm debruçado sobre os canais usados para a fala? Não é um teste. É mesmo interesse :-) ... ler artigo →
Muito obrigada, José. Estou certa de que outras oportunidades irão aparecer para que nos possamos encontrar pessoalmente. ... ler artigo →
Eglee, muito obrigada pelo seu comentário. O que diz é 100% verdade. As comunidades de prática informal nas organizações só crescem se: a) a sua actividade, ideias e "tempo" for aceite e respeitado pela organização, b) se os benefícios pessoais de pertencer à comunidade forem maiores que os obstáculos impostos pela organização ou c) se a actividade da comunidade for "à-parte" da organização (fora do horário de trabalho, por exemplo) e, às vezes, contra (partes de) a própria organização. ... ler artigo →
Obrigada, Luís. A e-participação estava subjacente aos pontos "envolvimento dos cidadãos nos processos de decisão e monitorização" e também "comunicação bi-direccional dos cidadãos". A apresentação correu bem (segundo me disseram, claro!) e para mim foi muito interessante perceber os temas que estão a servir de suporte aos trabalhos práticos do curso onde a minha intervenção foi integrada. Estou ansiosa para ver quais os trabalhos vencedores que vão ser apoiados pela Prefeitura de São Paulo para que sejam concretizados. ... ler artigo →
Os vencedores do passatempo através do qual tínhamos para oferecer convites para participação no evento Intranet Portal foram: Celso Seabra Santiago e Adriana Magalhães (que deixaram comentário nesta página) e @refazioli - Regina Fazioli e @daianecm - Daiane Morais (que fizeram RT no Twitter). Para eles parabéns! Espero encontrá-los n evento. (Sim, eu tinha dita que tínhamos 3 convites mas consegui segurar um 4º.) ... ler artigo →
6 Nov 2009
Obrigada, Paulo. Não se esqueça de ir dando notícias sobre os seus progressos. ... ler artigo →
6 Nov 2009
Sérgio, o meu tempo no Brasil vai ser pouco e a agenda está já bastante preenchida. Mas, como talvez saiba, no dia 12 vou estar no evento do Prêmio. Assim, a única possibilidade para mim seria esse dia. Talvez alguém com conhecimento da agenda e do local do evento possa dar uma sugestão da melhor hora e local para nos encontrarmos para falar. Dou-vos autorização para gerirem o meu tempo nesse dia ;-) sendo que não quero perder pitada do evento, claro! ... ler artigo →
O vencedor do passatempo e que, por isso, irá receber um exemplar do livro é... Sahba Sanai. Parabéns, Sahba! ... ler artigo →
Muito obrigada, Nuno! A dedicação e o entusiasmo estão cá. E felizmente sei que posso contar com os amigos e de todos aqueles que, ao longo dos anos, no KMOL e fora dele, me têm dado o seu apoio e que, também agora, o fazem. Deixarei os alunos do mestrado fazerem uma avaliação do sucesso depois de terem passado pelas minhas cadeiras :-) ... ler artigo →
30 Out 2009
Obrigada, Vitor. Fico sensibilizada com o seu comentário. ... ler artigo →
26 Out 2009
Muito obrigada, Rafael! Agora que já aceitei o convite, e apesar de faltarem ainda alguns meses para começar, sinto borboletas na barriga (como os ingleses dizem) e estou super-entusiasmada com a ideia. ... ler artigo →
21 Out 2009
Obrigada, Marcelo. Desejo-lhe as maiores felicidades - sei que nem sempre é fácil! Se eu puder ajudar, avise. ... ler artigo →
Fica aqui um link fantástico que encontrei num post de Fernando Virbeti sobre esta temática: é para uma página que lista uma série de exemplos de guidelines produzidas pelas mais diversas organizações para governar a participação / utilização de ferramentas sociais. Vale a pena espreitar! ... ler artigo →
Porque diz isso, Rafael? Não é normal isso acontecer? Considera que os bancos investem, tipicamente, neste tipo de tecnologias? Porquê? ... ler artigo →
Muito obrigada pelos links, Rafael, e também pelo respeito demonstrado :-) ... ler artigo →
A Paty sugeriu a consulta de uns slides sobre Saúde 2.0 de José Cláudio C. Terra da TerraForum. Vale a pena ver, nem que seja para encontrar mais alguns exemplos como, por exemplo: ... ler artigo →
Obrigada, Fernando, pelos seus comentários e alertas. Não estou muito por dentro dessa indústria no Brasil mas penso que os comentários são válidos. Assim, inclino-me para a sugestão da Paty e fico a aguardar a melhor oportunidade para conversar sobre esta ideia em mais detalhe. E devo confessar que me sinto bem à vontade para "amadrinhar" a ideia: com tanto spam que o KMOL recebe promovendo produtos farmacêuticos... :-) ... ler artigo →
Que ideia boa, Sérgio! Em princípio terei o maior prazer em "amadrinhar" essa ideia. Apesar de considerar que muitos dos problemas / soluções não são específicos de uma determinada indústria, entendo que seja, por vezes, mais fácil organizar conversas em torno de sectores específicos. Temos de agendar essa conversa para eu perceber melhor essa vossa ideia e eu darei o meu apoio da melhor forma que puder. ... ler artigo →
Muito obrigada, Angelo. O vídeo que sugere é uma inspiração e é um exemplo bem interessante de como a informação que se adquire nos livros pode ser posta em prática de forma e dar origem a conhecimento e competência. ... ler artigo →
Carlos, não entendo muito bem o seu comentário. Quer explicar um pouco melhor a sua posição? ... ler artigo →
Hoje, por intermédio do Pedro Custódio, descobri um pequeno vídeo do Guy Kawasaki descrevendo a regra 10/20/30. Não percam! ... ler artigo →
28 Set 2009
Uma das primeiras pessoas que vi referirem a Sabedoria (Wisdom) como sucessora do Conhecimento foi Verna Allee que já tive o prazer de aqui entrevistar. ... ler artigo →
Rafael, Por favor atente ao facto de o texto não ser da minha autoria mas sim do Alberto Hashimoto que, gentilmente, quis connosco partilhar a forma como as suas ideias têm evoluído nesta matéria. O KMOL, felizmente, recebe contribuições de outras pessoas e esta é uma delas. ... ler artigo →
Obrigada, Alberto. O seu novo texto está já no KMOL e pode ser encontrado em http://kmol.online.pt/artigos/2009/09/25/dado-informacao-conhecimento. ... ler artigo →
25 Set 2009
Rafael, a abordagem faseada é, quase sempre, a mais aconselhada. Concordo consigo inteiramente. Quanto a começar pela informação que fica desactualizada mais rapidamente, não tenho a certeza. Não pensei ainda o suficiente sobre o assunto para poder dar uma opinião muito segura, mas penso que, pelo menos do ponto de vista psicológico, seria mais fácil começar por informação mais "duradoura". Se a organização conseguir criar processos para olear o processo de manutenção dessa informação, mais facilmente se sentirá com coragem para "atacar" o maior desafio da informação mais volátil. Entendo que começar pela informação com menor tempo de vida poderia produzir um quick-win bem visível que pode ajudar a motivar toda a organização. Mas penso que o risco de falhar pode ser demasiado alto e não compensar os potenciais benefícios. ... ler artigo →
25 Set 2009
Cara Tereza, não sei se o livro em papel está facilmente disponível para aquisição. De qualquer forma pode aceder à versão digital do livro através do link no meu comentário anterior. Boas leituras, bom trabalho e, em nome dos autores, obrigada pelo interesse neste livro. ... ler artigo →
Ando com imensa vontade de ler esse livro do Shirky mas ainda não tive oportunidade. Será que não quer fazer um resumo desse livro e enviar para publicação? Tenho a certeza de que muitas pessoas iria agradecer :-) Quanto ao aspecto da filtragem e descoberta de informação pelos colaboradores... Penso que não há outra forma. Até porque, ainda que fosse possível criar/utilizar tecnologia para encontrar a informação, os aspecto da veracidade e da relevância, componentes igualmente importantes da qualidade da informação, são, em grande escala, subjectivos. Para além disso, há ainda o factor psicológico associado à utilização: muito mais facilmente eu utilizo e valorizo informação proveniente de alguém em quem confio do que se essa mesma informação for "sugerida" por uma aplicação. E quanto a isso, pouco ou nada há a fazer. E ainda bem que é assim ;-) ... ler artigo →
23 Set 2009
Alberto, por favor envio o texto que nós colocaremos no KMOL, relacionando a versão inicial e a nova versão que nos enviar. Obrigada. ... ler artigo →
21 Set 2009
Obrigada pela informação, Alberto. Aproveito para deixar aqui um link directo para a página da Wikipedia que refere: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dado,_informa%C3%A7%C3%A3o_e_conhecimento ... ler artigo →
16 Set 2009
Muito obrigada, Rafael. Já li o seu post e já deixei mesmo um comentário no seu blog. Continuação de um bom trabalho. ... ler artigo →
Estão já disponíveis no site da Quidgest os slides das apresentações do Q-Day. Claro que não as vi todas mas quase me atreveria a arriscar que os meus slides deverão ser os piores - não fossem eles apenas dois: um com os URLs dos sites listados neste post e outro com os meus contactos. ... ler artigo →
Muito obrigada pela resposta pronta e simpática. Viva a ética! Fico a aguardar com curiosidade o seu post. ... ler artigo →
Muito obrigada pelo seu feedback, Rafael. Escrevi há algumas semanas um post onde refiro que não gosto muito que outras pessoas transcrevam textos integrais do KMOL (ou de qualquer outro site) nos seus próprios sites ainda que citando fonte e incluindo link para o texto original. A razão? Dispersa o debate. Ainda assim, não posso impedi-lo (nem a ninguém de o fazer) e, aliás, é um prática bem corrente. De qualquer forma, gostava de o desafiar a fazer algo diferente: partindo do meu post (do qual pode transcrever partes) tecer alguns comentários com base na sua experiência. Pode depois vir aqui deixar um outro comentário convidando-nos todos a ler esse post no seu site e a continuar lá a conversa se for caso disso. Aceita o desafio? ... ler artigo →
Foi com enorme alegria que hoje recebi de uma das autoras do livro, a Suzete Arend, o link para a versão digital deste livro que tanto interesse tem despertado. O livro está disponível aqui, na sua versão integral. Espero que apreciem o trabalho de partilha dos autores e fico à espera de ler aqui as vossas opiniões. ... ler artigo →
I appologise for some of the questions not being correctly formatted and for the missing link to Laurie's blog Beyond the Cube. The truth is that Wordpress, the platform that supports this site, did not want to play ball with me and, everytime I tried to add the missing styling tags, the post did not get posted. Why this is happening? I have no idea. It does not make any sense to me. If it makes any sense to you, please let me know. I am keen to fix it. I hope the formatting problems do not take your attention away from Laurie's great answers and her kindness sharing with us their experience. ... ler artigo →
9 Set 2009
Caro José, A resposta que lhe dou, infelizmente, é a mesma que dei anteriormente. Os autores ficaram de responder aqui dando indicações de como adquirir o livro mas ainda não o fizeram. Pode ser que ainda o venham a fazer. Por favor mantenha-se atento. ... ler artigo →
Flávio, Obrigada pelo comentário e pela sugestão que deixou. Criar uma lista de "aplicativos para Gestão do Conhecimento" não é tarefa fácil. Por várias razões: 1. não é muito claro o que é uma aplicação para gestão de conhecimento já que os processos integrados na gestão de conhecimento são muito vastos 2. depois de a criar seria preciso mantê-la actualizada e isso é algo que requereria muito trabalho. Deixe-me explicar melhor a razão pela qual digo que não é claro o que é uma aplicação de gestão de conhecimento. Se considerarmos que a criação de conhecimento através da aprendizagem faz parte da gestão de conhecimento, ferramentas de e-learning e de gestão de competências fazem todo o sentido serem consideradas como ferramentas para a gestão de conhecimento. Da mesma forma, como o arquivo de conhecimento e informação é também um processo da gestão de conhecimento, ferramentas de gestão documental e de informação deveriam também fazer parte (e estas são as que normalmente são listadas como sendo ferramentas de gestão de conhecimento, mas são só uma parte). E as aplicações para análise de redes sociais, e as de brainstorming, e as de pesquisa, e os wikis, e os blogs, etc.. Seria um sem fim de ferramentas. Se tiver alguma questão em concreto, Flávio, deixe que eu tento responder. Para além disso, o melhor será dar uma olhada em todos os posts do KMOL com o tópico "tecnologia" para ficar a conhecer algumas. ... ler artigo →
César, no livro Net Work, Patti Anklam fala imenso sobre redes sociais e a sua análise. O trabalho dela é uma referência nesta área. Bem como o de Rob Cross e Andrew Parker (ver o livro deles The Hidden Power of Social Networks). Finalmente, recomendo os textos de Steve Borgatti. Quanto a questões que eu tenha usado... bem, algumas são do género
  • "A quem se dirige para pedir informação quando está para começar um novo projecto?"
  • "Quando tem uma ideia, com quem a partilha?"
  • "A quem se dirige para saber da última fofoca?"
  • "Com quem valida o seu trabalho?"
Algumas questões, como por exemplo esta última, não pode ser usada em todas as organizações. Dependem da cultura e dos objectivos da ARS. Quando a usei foi numa rede inter-empresa, bastante informal, e onde precisavamos identificar pessoas capazes de serem embaixadores de mudança. ... ler artigo →
20 Jul 2009
Eu confesso que nunca incluí as matrizes de resposta. Os relatórios que tenho produzido incluem apenas a lista de perguntas, descrição da abordagem e os mapas sociais criados com base nas respostas. No caso dos mapas, pode ser preciso criar várias versões dos mesmos para destacar determinados padrões que podem não ser óbvios. Aconselho também a incluir os valores matemáticos (quantitativos) relativos à rede (densidade, etc.). Até hoje, porém, nunca tive necessidade de dar muita importância a esses dados sendo que, várias vezes, optei mesmo por não os incluir. Como diz, depende do objectivo da pesquisa e dos destinatários do relatório. Ainda relativamente às matrizes de resposta, sugiro que as guarde em formato digital para poder recriar os mapas se necessário no futuro. ... ler artigo →
13 Jul 2009
César, obrigada pela sua interessante questão. Para lhe dar resposta, resolvi escrever um novo post que poderá encontra aqui. Espero que seja útil. Por favor, não se esqueça de ir partilhando connosco a sua experiência. ... ler artigo →
13 Jul 2009
A Daiichi Sankyo Brasil continua a dar que falar. A sua atitude e práticas foram agora reconhecidas com os destaques Estímulo à Inovação da Época Negócios. ... ler artigo →
Raquel, gostaria imenso de saber a que se deve essa dificuldade. Pensaria que as camas etárias mais jovens, teoricamente habituadas à "vida online", estariam despertas, aptas e confortáveis, a partilhar conteúdo na Internet. Porque resistem? Nota que são mais resistentes à criação de determinados tipos de conteúdo ou em determinadas plataformas / sites / ferramentas? Ou é generalizado? ... ler artigo →
O ficheiro da apresentação não está actualmente disponível para download. Mas porque não enviar o endereço desta página ou da apresentação no SlideShare para que os seus colegas possam visualizar directamente da Web? Tem restrições na sua organização? Se não for mesmo possível ver a apresentação online, por favor diga que eu vejo como ajudar. Quanto a outras referências, e tirando todo o material disponível aqui no KMOL, posso sugerir o livro "Complete Idiot's Guide To Knowledge Management" de Melissie Clemmons Rumizen. Ainda não tive o prazer de o ler pessoalmente mas, tendo em consideração todas as reviews e comentários de várias pessoas que conheço, parece ser um recurso valioso para quem está a começar. ... ler artigo →
29 Jun 2009
A propósito deste tema, gostaria de apontar para um post interessante que reflecte sobre o facto de o Município de Bozeman, Montana, EUA, pedir aos seus potenciais colaboradores que listem todos os sites sociais em que estão registados. Para além disso, e para que possam fazer uma inspecção mais profunda, pedem ainda àqueles que se candidatam a empregos no Município que indiquem quais os seus nomes de utilizador e palavras-chave de acesso. Chocante! Fica ainda a sugestão de um post com o título "What you can do with your social media rules..." e no qual Mollybob expressa o seu desagrado por regras em sites sociais. Quando a questionei, através do Twitter, sobre se ela faz distinção entre regras e princípios orientadores, ela respondeu que o que importa é a origem dessas regras ou princípios: são estabelecidos por uma pessoa ou baseados na observação do comportamento do grupo. Muito interessante! ... ler artigo →
Bruno, infelizmente não sei. Fiz uma rápida pesquisa na Internet e não vejo nenhuma referência ao livro em português :-( ... ler artigo →
Como assim, Cecília? Utilizando o Twitter para colocar questões esperando receber respostas do "público"? Não vejo por que não. Terá o mesmo nível de confiança que um questionário online sendo que poderá obter mais respostas pelo facto de ser um canal mais imediato. Terá, no entanto, algumas limitações. Ocorrem-me quatro:
  • se tiver perguntas encadeadas não conseguirá garantir que quem responde, responde também à seguinte
  • não pode ter perguntas de resposta obrigatória
  • as respostas existem enquanto entidades isoladas e não enquanto um todo (o que significa que será difícil "preparar terreno" antes de chegar às questões fulcrais e que será difícil conseguir dados demográficos que lhe permitam analisar os dados de diversos ângulos)
  • as respostas de texto livre podem apenas ter... 140 caracteres :-)
Quanto à questão que coloca sobre como se registar para receber twits sobre GC. Tem duas alternativas. Identifica pessoas interessadas / com experiência em GC que se encontrem no Twitter e "segue-as". Isso permite-lhe ver tudo o que essas pessoas dizem sobre GC ou sobre qualquer outro tema que lhes interesse. Pode também identificar algumas expressões que queira procurar no Twitter (e.g. "gestão de conhecimento", "KM", "aprendizagem") e subscreve essa pesquisa. Essa possibilidade não se encontra no site da Twitter mas existem várias ferramentas que o permitem, como por exemplo o TweetDeck, que é a que eu uso. Se quiser saber o que eu própria vou dizendo no Twitter, pode-me seguir aqui. ... ler artigo →
Armindo, pareço perceber do seu comentário que considera que a cultura de uma organização é o que é e que os colaboradores se juntam ou não à organização se esta for ao encontro, ou não, dos valores e da cultura que procuram. Se assim for, depreendo que considera que não se consegue alterar a cultura de uma organização. Depreendo também que não considera os indivíduos fortes o suficiente para serem capazes de, em conjunto, mudarem a cultura de organização. Se for esta a sua ideia, lamento dizê-lo, mas discordo. Discordo porque sei que é possível mudar a cultura de uma organização: um conjunto de pessoas e um conjunto concertado de iniciativas e medidas podem alterar a postura, o clima, a forma de actuar, a cultura de uma organização. Discordo também porque nem sempre é possível a uma pessoa aferir correctamente da cultura de uma organização até lá estar a trabalhar. Isto porque nem sempre a cultura da organização se espelha nos valores e princípios publicamente afirmados. Nestas condições os colaboradores podem entrar numa organização cujos valores e cuja cultura eles não abraçam. Pode acontecer também que uma mudança de direcção altere a cultura de uma organização para pior (lá está, é possível alterar a cultura) e pode ser então necessário corrigir essa situação, voltando a trazê-la para o trilho correcto. Finalmente, vale a pena dizer que, por vezes, a cultura de uma organização nem sequer é ditada pelos valores e comportamentos da maioria dos seus colaboradores mas pelas atitudes, princípios e valores de alguns poucos "que realmente importam" (ver o livro "Who Really Matters" de Art Kleiner). ... ler artigo →
Victoriano, cá ficamos à espera do resultado do seu amadurecimento de ideias. Partilhe depois connosco. Quanto à questão que coloca: é muito vaga. É difícil poder ajudar, dando dicas ou referências, sem saber, pelo menos, quais seriam os objectivos principais da GC na organização que refere. ... ler artigo →
Sónia, eu não tenho qualquer contacto com a autora nesta altura. O único email de que dispunha é o que se encontra na página de perfil da autora. Se a conta de email já não existe ou se a autora não está a responder, posso apenas sugerir que tente contactá-la através do LinkedIn onde ela está registada. ... ler artigo →
Vale a pena ler um post que foi hoje publicado no Mashable com o título 10 Must-Haves for Your Social Media Policy:
  • explique o propósito dos mídia sociais
  • seja responsável com o que escreve
  • seja autêntico
  • considere a sua audiência
  • use o seu bom senso
  • entenda o conceito de comunidade
  • respeite o copyright
  • lembre-se de proteger informação confidencial e proprietária
  • acrescente valor
  • a produtividade importa
O post inclui ainda a reprodução das regras de utilização de mídia social da Headset Bros. ... ler artigo →
Because I do not share Luis Suarez views regarding the need for the right culture to be in place for a KM programa to start, I have decided to write a blog post with my views on this matter. ... ler artigo →
29 Mai 2009
Porque não concordo com Luis Suarez quando diz ser necessário ter a cultura certa para que se possa avançar com um programa de gestão de conhecimento, resolvi escrever um post no Blog com as minhas razões. ... ler artigo →
Manuel, não sei se é vendido em Portugal. No entanto, sei que o pode encontrar na Amazon UK e na Amazon USA. ... ler artigo →
Denis, em nome dos autores, obrigada pelo seu interesse no livro. Vou tentar entrar em contacto com alguém que possa dar resposta ao seu pedido. ... ler artigo →
Obrigada, João. Ainda bem que pode estar presente. Também eu espero que possam haver outras apresentações em breve para poder continuar a conversa que se iniciou na sequência desta. ... ler artigo →
26 Mai 2009
Cara Sonia, Se clicar no nome da autora (no final do texto) pode ver a sua página de perfil que tem o último endereço de email conhecido da autora. Não posso prometer que ainda seja usado por ela mas foi o que a autora nos deu na altura em que publicámos o texto. Boa sorte :-) ... ler artigo →
Hugo, senti-me tão motivada pelas suas palavras que resolvi dar continuidade ao tema e escrever um artigo. Desta feita sobre o que considerar numa auditoria de conhecimento, qual a melhor altura para a realizar e os objectivos que a devem orientar. Espero que goste. ... ler artigo →
Pois é, Pedro, o termo vem do "best practices" em inglês, com que também não concordo, exactamente pelas mesmas razões ;-) Não tenho a ideia de que as boas/melhores práticas sejam essencialmente usadas para comparação com outras organizações (apesar de, claro, o poderem ser). Mas concordo consigo quando diz que há limitações na sua utilização meramente interna à organização. Mas o mesmo acontece sempre que uma organização tenta fazer algo sem olhar para outras, quer seja para absorver boas práticas como para evitar práticas menos bem sucedidas. ... ler artigo →
Sônya, muito obrigada pelo seu comentário tão cheio da paixão característica de quem adora o que faz. Como espero tenha compreendido, eu não acredito que os bibliotecários estejam num beco sem saída. Antes pelo contrário. Acredito, antes, que estejam num cruzamento onde podem optar por novos cenários de actuação, novas técnicas, novas tecnologias. As organizações e a sociedade em geral terão imenso a ganhar com o redirecionar da experiência e das competências dos bibliotecários para o âmbito mais alargado dos conteúdos, da informação. Estamos, por isso, de acordo. ... ler artigo →
Fico muito contente por se interessar pelo tema e pelo facto de os meus textos o incentivarem. As auditorias de conhecimento são, sem dúvida, uma óptima ferramenta de diagnóstico e também de comunicação. Boa sorte e, se precisar de ajuda, avise :-) ... ler artigo →
Se alguém tiver uma cópia digital da capa do livro, por favor envie para editor@kmol.online.pt. Gostava imenso de a colocar aqui. ... ler artigo →
Encontrei hoje um pequeno post com "10 Tips for a Successful Wiki". Para quem não estiver com paciência para ler o livro acima, fica uma versão super-resumida de sugestões bastante semelhantes. ... ler artigo →
René, desculpe a demora em responder. A culpa é da mudança :-) Terei o maior prazer em dar mais informação sobre o caso da intranet na Câmara Municipal. No entanto, e porque o caso de estudo não foi ainda escrito pela Headshift (empresa onde ainda também trabalho e que realizou o projecto), não me sinto bem a detalhar este caso aqui no KMOL. Assim, se tiver interesse, sugiro que entre em contacto comigo. ... ler artigo →
Obrigada, Victoriano. Felizmente já há algumas organizações em Portugal a preocuparem-se com estas áreas e, mais ainda, a colocar os princípios da gestão de conhecimento em prática de forma consciente e estratégica. Tenho tido o privilégio de trabalhar com algumas dessas organizações e o prazer de ler sobre várias outras. Apesar de consciente de que a crise de que tanto se fala irá assustar algumas organizações e fazê-las pensar que não é altura de investir nestas áreas mais "soft", sinto-me optimista e esperançada de que algumas outras organizações percebam que é exactamente neste cenário de maiores dificuldades económicas que vale a pena investir na gestão de conhecimento como forma de encontrar novas oportunidades (por exemplo, novos processos capazes de poupar recursos, novos produtos e mercados capazes de assegurar share de mercado). Quando tiver oportunidade de ler o livro, não deixe de partilhar aqui a sua opinião. Como colaboradora desse trabalho, nunca me senti à-vontade para fazer uma resenha do mesmo. Seria difícil ser imparcial como sempre tento ser :-) ... ler artigo →
Muito obrigada a todos pelos vossos simpáticos comentários. Como disse no meu post, os planos são muitos e contarei com todos vós para validar e dar força às minhas ideias. ... ler artigo →
6 Abr 2009
Penso que tem alguma razão, Armindo. Nalgumas empresas, felizmente, as coisas não são bem assim. Mas, como diz, a resposta passa por tornar todos estes processos bem visíveis. Fazer com que as ideias sejam faladas em plataformas públicas de forma a que se saiba bem de quem partiu a ideia orginal, e trabalhadas também numa plataforma pública para que todos possam ajudar. A propósito disso, gostaria de falar de um projecto cuja face mais visível é o seu site. Chama-se Enabled by Design e a secção Ideas Factory é algo que poderia ser utilizado, com pequenas adaptações, no seio organizacional com os objectivos referidos anteriormente. O site foi desenvolvido pela Headshift e eu estive à frente do projecto. Tenho de escrever aqui um post sobre o projecto já que teve aspectos muito relevantes para o processo de inovação organizacional. ... ler artigo →
Pedro, O livro pode ser adquirido no site da editora do livro - a Novatec. O site inclui também referência para outras livrarias online que vendem o livro. Boas leituras. ... ler artigo →
Márcio, as questões dependem inteiramente dos objectivos concretos da análise que pretende realizar. Pode explicar um pouco melhor quais os objectivos do trabalho que está a realizar? O formato de colecta de respostas também depende muito: depende do número de questões, do acesso e experiência que os respondentes têm a computadores e Internet, do número de respondentes... Eu já fiz destes questionários em papel, em ficheiros Excel, em Word. Já estive também envolvida num destes exercícios de ARS em que as questões foram colocadas directamente a cada um dos respondentes durante um pequeno encontro frente-a-frente. Posso dizer que desaconselho esta abordagem :-) ... ler artigo →
10 Mar 2009
Pedro, muito obrigada pelo link que deixou. Não conhecia essa TED talk do Sir Ken Robinson e adorei. Para além de me ter rido à gargalhada, achei que ele conseguiu pôr o dedo na ferida, falando dos defeitos do nosso sistema de ensino actual mas desactualizado. E porque ideia puxa ideia, para quem se interessa pelo tema do ensino / educação, nomeadamente pelo forma como o sistema de ensino está desadequado às actuais necessidades, fica uma sugestão: a leitura de uma entrevista com Roger Schank e da resenha do seu livro "Engines for Education". ... ler artigo →
Conheço sim, João Carlos. E até já escrevi aqui no KMOL sobre ele. Infelizmente nunca cheguei a partilhar lá a minha história. É uma daquelas coisas que vai ficando eternamente para "amanhã". ... ler artigo →
Antes de mais obrigada René, Vanda e Paulo pelos vossos comentários. Todos vós tocaram num ponto que eu não referi, propositadamente, para ver se era referido por alguém: o factor confiança, tão relacionado com a cultura organizacional. É um tema que dá pano para mangas e que vou deixar para um outro post. Entretanto, convido outras pessoas a partilhar a vossa experiência e opinião. Sabem de organizações que incentivam a inovação? Como o fazem? Com que resultados? E, mais interessante ainda, sabem de organizações que apoiam e promovem o trabalho colectivo de aperfeiçoamento de ideias? ... ler artigo →
A situação vai alterando devagarinho. Ainda assim, mesmo em Inglaterra, ainda muitas, muitas organizações preferem investir em escritórios bem decorados do que considerar um layout mais convidativo ao diálogo e ao trabalho colaborativo. Mas é incrível assistir em primeira mão ao impacto que pequenas alterações ao layout e à distribuição das pessoas pode ter na forma como as pessoas falam mais umas com as outras. E sim, às vezes irão falar sobre futebol, cinema, etc., mas muitas outras vezes irão comentar sobre o projecto que lhes está a dar grandes dores de cabeça, ou o cliente que enviou um email a agradecer um serviço bem prestado, ou a conferência em que participaram, ou o trabalho que desempenhavam antes de ter entrado nesta organização, etc.. Tudo isto melhora o relacionamento entre colegas, aumenta o conhecimento que têm sobre o que cada um sabe, baixa as barreiras tantas vezes criadas à partilha formal de conhecimento (especialmente sobre eventos menos bem sucedidos). ... ler artigo →
Tulio, escrevi há poucos dias um post com uns apontadores que penso lhe poderão ser úteis (para um site que fala da carreira profissional da gestão de conhecimento). Sugiro ainda o livro "The Knowledge Management Fieldbook" (Williams e Bukowitz, 2001) que fala em várias funções relacionadas com a gestão de conhecimento. Para além disso, pode dar uma olhada na descrição de funções de uma vaga que abriu recentemente na PricewaterhouseCoopers em Portugal. Espero que estes links sejam um bom ponto de partida. ... ler artigo →
Pois é, Marcelo, o que me diz não me espanta nada. Aliás, a empresa onde trabalho aqui em Inglaterra realizou há pouco tempo uma série de entrevistas numa grande multinacional para entender quais as necessidades que tinham em termos de ferramentas de apoio à comunicação interna e partilha de conhecimento. O relatório final sugeria, entre outras coisas, o recurso às ferramentas sociais. A direcção disse que entendia as recomendações mas que de maneira nenhuma iria adoptá-las (pelo menos no curto prazo) por não se sentirem ainda preparados para tal. O que estas empresas se esquecem é que estas ferramentas criam oportunidades para que as pessoas digam o que pensam num canal onde a direcção também tem representação. Isso significa que podem ficar a saber o que é dito (e que seria dito de qualquer forma através de outros canais) e podem esclarecer mal-entendidos, responder a questões, etc.. Dizer que é aceitável criticar decisões da direcção, ou questionar o status quo, quase tira o prazer de o fazer (o fruto proibido é o mais apetecido, não é?). Um dos projectos que a empresa onde trabalho realizou recentemente foi uma intranet para uma Câmara Municipal. O objectivo foi criar um canal onde os colaboradores pudessem colocar questões, apresentar críticas, dar ideias, de forma anónima ou não, sabendo que o presidente e os vereadores estariam lá para dar seguimento. Foi um grande sucesso e agora há várias outras Câmaras que estão a pedir uma plataforma idêntica. ... ler artigo →
Obrigada pelos seus comentários. Ficamos contentes pelo seu interesse nestas áreas. Se pretende ajuda / informação do autor deste texto, sugiro que visite a página dele onde pode encontrar o seu email de contacto. ... ler artigo →
17 Fev 2009
Depois de ter encontrado 10 exemplos criativos de utilização do Twitter (ver comentário anterior) o 2.0 Webmania foi investigar um desses casos: o da CoffeGroundz em Houston, Texas. Vale a pena ver de que forma, tão simples e tão espontânea, se pode fazer crescer o negócio. ... ler artigo →
A propósito de usos criativos das ferramentas sociais, encontrei, através do 2.0 Webmania, uma lista de 10 exemplos muito criativos de como o Twitter está a ser usado para os mais diversos fins. Vale a pena ver a conversa gerada em torno desse post pois inclui mais alguns exemplos interessantes. ... ler artigo →
Victoriano, concordo consigo quando diz que a ferramenta poderia ser um auxiliar à avaliação do desempenho. A ferramenta poderia ser usada de várias formas:
  • dando acesso aos chefes para que pudessem ver a auto-avaliação dos membros da sua equipa e poderem usar essa informação no processo de avaliação
  • criando um modo que permite contrastar a auto-avaliação com a perspectiva da chefia sobre os mesmos pontos
  • adicionando ao ponto anterior a possibilidade de outros colegas, de forma anónima, avaliarem o indivíduo nas mesmas capacidades e comportamentos para se conseguir uma avaliação 360º.
Aliás, uma outra forma de utilizar a ferramenta, era permitir aos colaboradores encontrar colegas com boa classificação nas áreas em que são mais mais fracos e/ou aos RH identificar os mais experientes e as áreas em que há maior necessidade de formação. As hipóteses são imensas. Como em tudo, tudo depende dos objectivos e do contexto em que a utilização desta ferramenta se enquadra. No caso da NHS Modernisation Agency, os objectivos eram, essencialmente, informar as pessoas sobre o que se espera delas e sobre os recursos disponíveis para que pudessem melhorar as suas capacidades e comportamentos mais fracos. ... ler artigo →
Jacqueline, teria muito prazer em partilhar convosco a experiência a minha experiência, especialmente sabendo que poderia ser útil para um projecto concreto que estão a iniciar. Entrarei em contacto directo consigo por email para que possamos combinar isso. ... ler artigo →
O meu colega Robin Hamman acabou de escrever um post muito interessante sobre ferramentas sociais e media social. É o primeiro de uma série sobre estes temas. E vindo de quem é, vale a pena ficar atento. ... ler artigo →
Ou quando se quer "forçar" as pessoas a pensar "fora da caixa" :-) ... ler artigo →
27 Jan 2009
Muito obrigada pelo link que nos deixou, Francisco. Como o seu site trabalho também prova, há muitas ferramentas bem simples que permitem alcançar resultados de grande qualidade. Lembro-me que, quando trabalhei na NHS Modernisation Agency, a equipa de Inovação recorria a ferramentas de criatividade bastante rudimentares (ainda que bem engenhosas) para conseguir obter o máximo de ideias antes de as conduzir pelo percurso de inovação. Lembro-me que uma das técnicas que eu mais gostava era a da "palavra aleatória" que consistia, simplesmente, em lançar uma palavra, tirada ao acaso do dicionário, para o meio de uma discussão de brainstorming. ... ler artigo →
26 Jan 2009
André, agradeço ter alertado para o problema. Peço desculpa pela demora em corrigir a situação. Espero que possa agora divertir-se com mais este fantástico vídeo da CommonCraft. ... ler artigo →
15 Jan 2009
Bem a propósito do facto da minha dificuldade de falar para a câmara, acabei de ler agora um post do Eliot Fineberg, um colega meu da Headshift. Ele trabalha há quase um ano a dizer às organizações que devem usar ferramentas sociais (entre elas blogs) mas só agora escreveu o seu primeiro blog post. Nele, ele fala do medo de não saber quem está do outro lado e de não saber de que forma a sua mensagem irá ser recebida. Vale a pena ler também as suas outras "divagações". ... ler artigo →
Caro Joaquim, peço imensa desculpa pelo engano que já corrigi no texto. Obrigada pelo link que nos deixou. Vou ver os textos que lá estão disponíveis e vou entrar em contacto consigo, como havíamos combinado, para ver se descubro um pouco mais essencialmente sobre a forma como estão a utilizar um wiki para a vossa comunicação interna. ... ler artigo →
Keith, I am in the process of migrating the English language content into the new platform. I hope to have it available soon. Sorry for the inconvenience. ... ler artigo →
Viviane, tem toda a razão. A complexidade que actualmente caracteriza as nossas organizações e mesmo as nossas vidas pessoas requer novas tecnologias mas também novas formas de usar as tecnologias existentes. Por exemplo, fala-se de usar blogs nas organizações. Os blogs já existem há alguns anos mas só recentemente começaram a ser usados nas organizações. E mesmo as organizações que estão a usar blogs não estão a ser capazes de se questionar e repensar como a tecnologia que suporta os blogs pode ser usada de forma mais adequada à sua realidade e forma de trabalhar. Mais sobre isso numa entrevista que cedi recentemente. ... ler artigo →
Obrigada pelo seu comentário bem relevante, José Pedro. Diz, no seu comentário, que o SuperIndústria, "pode ser que venha a ser um case study". Se o que quer dizer com isso é que talvez venha a escrever um caso de estudo para o KMOL com base nesse projecto, fico a torcer para que sim. Se queria dizer que pode ser que a sua abordagem transforme o projecto num sucesso, eu espero que sim, que venha a ser um sucesso, mas tenho que... picar um pouco :-) Todos os projectos em que trabalhamos são casos de estudo, quer sejam ou não bem sucedidos. Infelizmente, na grande maioria das vezes as pessoas / organizações não têm coragem para contar a história dos projectos que ficam àquem do desejado. Pois bem, deixo aqui o desafio, ao José Pedro e a quem mais que esteja a ler: não se esqueçam de contar a história de todos os vossos projectos. De preferência façam-no também através do KMOL mas, pelo menos, contem-na internamente nas vossas próprias organizações. ... ler artigo →
Certo, Nuno, também entendo isso. O que me assusta imenso é quando as organizações pensam assim e decidem investir grande fortunas na implementação de ferramentas pesadas que, talvez até tenham resultado noutras organizações, mas que podem não funcionar nas suas. As ferramentas sociais podem ser uma boa forma de optar por esta abordagem sem correr grandes riscos financeiros e apostando em ferramentas com maior probabilidade de ser bem aceites. De qualquer forma, eu temo defender este tipo de abordagem (apesar de conseguir entender o porquê de ser escolhida em algumas circunstâncias): afinal de contas não custa muito envolver um pequeno grupo de pessoas, entender as suas necessidades e preferências, e usá-las para um projecto-piloto. Os resultados obtidos podem, então, ser usados para informar e convencer os demais. ... ler artigo →
Graças a um post do Ricardo Saldanha na lista de discussão do Intranet Portal fiquei a saber de um outro estudo realizado pela Robert Half Technology. Este estudo foi realizado via telefónica junto de 1400 CIO nos Estados Unidos. A pergunta realizada foi só uma e vale a pena ver os resultados: bem menos optimistas que os dos estudos mencionados acima. ... ler artigo →
Muito obrigada pelas vossas simpáticas e elogiosas palavras. Fico contente por conseguir agradar e inspirar as pessoas com quem tenho oportunidade de partilhar a minha experiência. ... ler artigo →
O aspecto da recompensa e reconhecimento é importantíssimo no contexto da partilha de conhecimento. Infelizmente, muitas organizações optam por recompensas monetárias e é a desgraça total. ... ler artigo →
Nas palavras de Karl Weick, um dos maiores promotores deste processo, sense making é "a criação da realidade como uma conquista contínua que toma forma quando as pessoas interpretam em retrospectiva situações em que se encontram". ... ler artigo →
O ISO 9001:2000 é um estandard de qualidade de gestão a que as organizações se podem candidatar, mostrando passar em todos os requisitos ditados pela International Organization for Standardization. Neste site pode encontrar uma explicação simples, ainda que em inglês, http://praxiom.com/iso-9001.htm ... ler artigo →
26 Fev 2003
Apesar de concordar com muitas das ideias deste texto, tenho de confessar que discordo de dois aspectos muito importantes: do facto do autor dizer que o conhecimento é invisível e que é impossível de explicitar e transferir. Concordo que não sejamos, muitas vezes, conscientes do conhecimento que temos mas o conhecimento não é invisível. O conhecimento revela-se nas decisões que tomamos e vê-se nas nossas acções. Quanto a ser impossível de explicitar e transferir... Bem, penso que há formas de transferir conhecimento, nomeadamente acompanhando alguém pela sequência de passos que lhes permita realizar uma acção. A explicitação do conhecimento pode ser mais difícil mas depende do que se entende por explicitar conhecimento e, mais uma vez, penso que alguém acompanhar outra pessoa pela sequência de passos de uma acção e explicar as razões por detrás de cada um deles é uma forma de explicitar conhecimento. ... ler artigo →
12 Ago 2006
Este artigo, e em especial a tabela, é bastante interessante pelo facto de sugerir métricas para a avaliação de portais corporativos, não só sob o ponto de vista da actividade mas também do seu impacto. ... ler artigo →
12 Set 2006
Obrigada por mais este feedback positivo. Que bom saber que as pessoas gostaram da mudança. Quanto à questão colocada pelo Humberto. Penso que o lugar mais indicado para deixar feedback daqui para a frente será o livro de visitas. De qualquer forma, achei interessante ver estas reacções iniciais ao novo visual do KMOL nesta página onde estamos: estão contextualizadas. Daqui a algum tempo, vai ser interessante voltar aqui e ver o que as pessoas disseram logo após o lançamento do "novo" KMOL. ... ler artigo →
10 Set 2008
Tania, João e Thiago, estão a deixar-me sem jeito :-) Muito obrigada pelas vossas palavras. Para mim foi um prazer conhecer tanta gente simpática e sentir o tão aclamado calor do povo brasileiro. Espero que o diálogo convosco continue e que eu e o KMOL possamos ajudar nos vossos projectos e iniciativas. ... ler artigo →
Muito obrigada por todas as vossas ideias e palavras simpáticas. Continuem a deixar as vossas opiniões. Serão ouvidas e consideradas para o trabalho continuado que pretendo fazer para que o KMOL continue a melhorar e saia da versão Beta :-) ... ler artigo →
2 Set 2008
Carolina, não sei se o livro está disponível no Brasil. Se não estiver, e se a Carolina quiser comprar directamente junto da editora (Edições Sílabo), pode enviar um email para marketing@kmol.online.pt manifestando o seu interesse para que a possamos informar dos preços e condições de envio. Aproveito para informar que, por ser visitante do KMOL, beneficiará de um desconto de 10% sobre o preço de capa. ... ler artigo →