Relatórios, Relatórios, Relatórios

Euan Semple escreve no seu blog The Obvious? sobre a quantidade de relatórios que são pedidos aos professores no Reino Unido. Ele questiona se é um boa forma de gastar o tempo já que a probabilidade de alguém ler os relatórios produzidos e de com eles aprender para melhorar o sistema é muito pequena.

Devo dizer que concordo inteiramente com ele. Infelizmente, o que Euan relata sobre o ensino no Reino Unido verifica-se em mais países e em muitas outras áreas de actividade.

Se há coisa que detesto é escrever relatórios. Não porque sou preguiçosa, ou porque não sei o que dizer, ou porque não vejo qualquer utilidade neles. Detesto escrever relatórios porque para que eles sejam úteis raramente obedecem aos standards esperados (formato, número de páginas, secções, etc.).

Quando preparo um relatório, tento reduzi-lo ao máximo, tento pensar no melhor formato de o apresentar (nalguns casos, mais vale esquecer o relatório escrito e fazer uma apresentação), e tento formatá-lo de maneira a garantir que as pessoas vão, pelo menos, ler o mais importante.

A questão, é que nem sempre é fácil ou possível ir contra os standars impostos e esperados. E é por isso que eu detesto preparar relatórios...

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