Inovação no chão da fábrica... literalmente

Através do InfoNeural descobri um vídeo muito engraçado de uma palestra proferida pelo professor e filósofo Mário Sérgio Cortella. O vídeo, que merece ser visto, conta uma história verídica sobre a forma como uma grande empresa brasileira investiu milhares de reais na pesquisa e desenvolvimento de uma peça de equipamento sem ter consultado as pessoas que iriam ter de trabalhar diariamente com ele.

É um excelente exemplo de:

  • como a construção de ferramentas / sistemas não deve ser nunca feita sem consultar os utilizadores finais
  • como a inovação não precisa custar dinheiro e pode vir de qualquer colaborador.

2 comments

  1. Ferdinand 13 Novembro, 2011 at 00:03 Responder

    Conhecida versão tupiniquim. A NASA também tem uma do mesmo calibre. Precisavam escrever em estado de zero gravidade. As canetas comuns não escrevem neste estado. Aí foram gastos cerca de 10 Milhões de US$ para desenvolver uma caneta esferográfica que escreve em qualquer situação, até de ponta cabeça. Como é que os Russos resolveram o mesmo problema? Simples. Eles usam lápis.

  2. Ferdinand 13 Novembro, 2011 at 20:29 Responder

    Tenho o sentimento que consultar as pessoas antes de comprar e instalar o “elefante branco” de pouco adianta. As pessoas não tem tempo para entender as propostas. Nem os empregados da manutenção, nem os engenheirosn no caso descrito. Só depois do “resultado infernal” é que as pessoas vão parar para pensar, e se tiverem sorte, resolver de forma magistral o problema. Pode até acontecer de alguém já ter aventado esta solução antes, só que ninguém ouve, ninguém quer saber de mudanças.

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