Gestão de Conhecimento em Empresas de Advocacia

Ninguém pode negar o quão dependentes de conhecimento estão as empresas de advocacia. Talvez por isso tenham sido estas empresas das primeiras a investir em gestão de conhecimento. Porém, sempre me pareceu serem iniciativas insipientes, desgarradas, sem um fio condutor que garantisse coesão e, consequentemente, aumentasse a probabilidade de resultados significativos.

“Social Networking for the Legal Profession” (Edwards e Bryant, 2009) - capaPois bem, fui hoje alertada para um estudo recente que procurou entender até que ponto estas empresas têm conseguido tecer a gestão de conhecimento na actividade do dia-a-dia. O estudo, realizado por Ron Friedmann e com o apoio da International Legal Technology Association, contou com a participação de 80 empresas de advocacia, maioritariamente da América do Norte, e vem na sequência de um outro estudo realizado em 2006.

Já agora, e para quem se interessa pela gestão de conhecimento em empresas de advocacia (e noutro tipo de empresas também, por que não?), aconselho a leitura do livro "Social Networking for the Legal Profession" da autoria de Penny Edwards e Lee Bryant (meus ex-colegas na Headshift) e publicado pelo Ark Group. Ah, e a propósito da Penny e da Headshift, não deixem de ler os respectivos blogs onde muito vai sendo dito sobre a aplicação das ferramentas sociais em empresas de advocacia, muito para benefício da gestão de conhecimento.

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