A inteligência artificial matou a gestora de conhecimento?
Um pouco na onda das narrativas, do storytelling, sugiro uma apresentação de Stephanie Barnes na call de agosto da comunidade SIKM Leaders, a comunidade que Stan Garfield criou e dinamiza há largos anos.
Stephanie inspirou-se na conhecida canção dos The Buggles, “Video killed the radio star”, para nos falar da relação entre inteligência artificial e gestão de conhecimento: “AI killed the knowledge manager (but people brought it back to life)”
Sugiro que ouça a gravação áudio da apresentação enquanto se deixa encantar com a metáfora musical que a Stephanie usou nos seus slides.

Já falei várias vezes de histórias e storytelling. Não imagina a quantidade de vezes que a Stephanie falou de histórias na sua apresentação, nas subtilezas que transportam e enquanto resultado de uma das características que apenas os humanos possuem: a criatividade.
A inteligência artificial está a matar a arte?
O cartoonista Matthew Inman, autor do The Oatmeal e do jogo Exploding Kittens publicou recentemente um cartoon sobre a AI e o impacto que tem na arte e nos artistas. É um cartoon longuito mas que nos puxa bem e que nos faz pensar.
O cartoon começa assim:
“When I consume art, it evokes a feeling. (…) When I consume AI art, it also evokes a feeling, (…) until I find out it’s AI art.”
A inteligência artificial está a matar os apresentadores de televisão?

Li esta semana que o novo canal de televisão português Conta Lá vai estrear “comentadores virtuais criados através de inteligência artificial” na sua cobertura das eleições autárquicas. Fica a sugestão para a noite deste domingo. E nas horas antes, se viver em Portugal e for eleitor, vá votar.
A foto foi tirada por mim. É um detalhe de um dos murais na East Side Gallery em Berlim, Alemanha. Deixo-lhe a si adivinhar porque escolhi esta foto para ilustrar este post 😉



